sexta-feira, 17 de junho de 2011

Problemas para dormir podem afetar o relacionamento entre casais

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

Nada que uma boa noite de sono não resolva: um novo estudo sugere que, quando as mulheres têm dificuldade em adormecer, a qualidade do seu relacionamento com seu marido sofre.
Quando mais tempo leva para as mulheres dormir, maior a probabilidade de ambos os parceiros relatarem interações negativas no dia seguinte, como sentir-se ignorado ou criticado.
O mesmo não foi verdade para os homens, no entanto. Os pesquisadores não encontraram nenhuma relação entre a quantidade de tempo que o marido leva para dormir e as interações do casal no dia seguinte.
Ao longo de 10 noites, os pesquisadores analisaram a qualidade do sono de 35 casais que usaram um monitor que registra padrões de descanso e atividade. Nenhum dos participantes tinha sido diagnosticado com qualquer transtorno de sono ou outros problemas médicos sérios.
Além de medir a quantidade de tempo que levou para cada um cair no sono, os pesquisadores também analisaram o tempo total de sono e o número de vezes que eles acordaram durante a noite.
Em uma série de breves questionários, os participantes do estudo também relataram se tiveram interações negativas (como sentir-se ignorado) ou interações positivas (como sentir-se apoiado e valorizado) com seu parceiro naquele dia.
Em média, os dois parceiros estavam propensos a relatar mais interações negativas quando a mulher teve problemas para dormir na noite anterior.
Embora os pesquisadores não tenham identificado nenhuma ligação entre o sono dos maridos e as interações conjugais, eles descobriram que os homens tendiam a dormir menos do que o habitual depois de um dia de interação positiva com seus cônjuges.
Nesse caso, dormir pouco não é necessariamente uma coisa ruim; na verdade, poderia até indicar intimidade, ao invés de sono, na cama.
Mas por que será que os homens não reagem negativamente depois de uma má noite de sono? Segundo a pesquisadora-chefe do estudo, Wendy Troxel, há alguns indícios que mostram que as mulheres tendem a ser mais comunicativas e expressivas nos relacionamentos, enquanto os homens podem ser mais repressivos.
“Depois de uma má noite de sono, as mulheres são mais propensas a manifestar irritação ou frustração, enquanto os homens são mais propensos a reter tudo”, palpita.
A pesquisa sobre problemas de sono, como insônia, tende a concentrar-se no indivíduo que é afetado diretamente. Porém, as novas descobertas sugerem que os problemas talvez devam ser vistos e tratados em um contexto mais amplo que leve em conta as relações do paciente e suas interações sociais.
“O sono não ocorre em um vácuo”, diz Lauren Hale, especialista em sono. “É embutido no mundo social, e particularmente relevante para nossos relacionamentos românticos”.
Lauren tem pesquisado o efeito de fatores sociais sobre o sono e afirma que a pessoa com quem alguém partilha a cama toda noite pode ter uma influência significativa na sua qualidade de sono. “Não são só suas próprias escolhas que afetam o seu sono. Se o seu parceiro ronca ou se deita na cama duas horas mais tarde do que você e lhe acorda, isso afeta seu sono”, explica.
Mais pesquisas são necessárias para explicar exatamente como casamento e qualidade do sono estão relacionados, mas o estudo destaca que os problemas do sono podem danificar relacionamentos e precisam ser tratados: o mau humor entre o casal pode ser um indicador muito importante para começar um tratamento para distúrbios do sono.[CNN]

5 formas de reduzir exposição à toxinas em casa

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


É pai ou mãe de primeira viagem? Não se preocupe. Sabemos que você precisa de conselhos práticos para ajudá-lo a proteger seus filhos dos riscos de saúde desse mundo, muitas vezes ligados a substâncias químicas tóxicas encontradas dentro e ao redor de sua casa.
Especialistas ambientais e de saúde canadenses emitiram hoje uma lista das melhores maneiras de reduzir cinco fontes comuns de toxinas associadas com riscos para a saúde de crianças. Confira:
1 – Se livre do pó
“A poeira doméstica é a principal fonte de exposição da criança a substâncias tóxicas como chumbo, que, mesmo em níveis muito baixos, é conhecido por ser prejudicial ao cérebro em desenvolvimento”, disse Bruce Lanphear, especialista em saúde ambiental.
A poeira doméstica pode ser mantida à distância com um aspirador ou pano úmido, que têm que ser passados semanalmente na casa. É recomendado limpeza duas vezes por semana se você tiver uma criança engatinhando. Apenas varrer não é muito aconselhável porque circula o pó de volta para o ar.
Além disso, tirar seus sapatos na porta irá minimizar a quantidade de sujeira e produtos químicos potencialmente perigosos que você traz da rua. Livrar-se da desorganização e armazenar brinquedos em recipientes fechados também ajuda a reduzir os níveis de poeira.
2 – Produtos de limpeza ecológicos
Os especialistas recomendam que você mude para produtos de limpeza simples e não tóxicos. Bicarbonato de sódio pode ser usado para esfregar pias e banheiras, enquanto vinagre misturado com água funciona bem para a maioria das superfícies, incluindo janelas e pisos.
Os pesquisadores afirmam que água sanitária não é necessária para a maioria das tarefas de limpeza, e que purificadores de ar devem ser evitados. Para roupa, escolha detergentes sem perfume e evite usar secador, porque as fragrâncias dos produtos podem conter substâncias químicas potencialmente prejudiciais. Se quiser fazer “lavagem a seco”, procure um local que use métodos não tóxicos.
3 – Mantenha reformas sob controle
Projetos de renovação representam uma ameaça para crianças e mulheres grávidas, com poeira contaminante e vapores tóxicos de tintas, colas e etc., que podem causar danos neurológicos.
Todas as áreas de reforma devem ser isoladas do resto da casa através de plástico e fita adesiva, e aberturas de aquecimento e arrefecimento devem ser fechadas. Controlar a poeira é especialmente importante em casas construídas antes de 1978, porque sua poeira de reforma pode conter níveis elevados de chumbo.
As crianças e mulheres grávidas devem ficar longe de qualquer área de reforma para evitar a exposição a substâncias potencialmente nocivas. Se você está pintando, selecione tintas menos tóxicas, o mesmo para acabamentos e colas, comprando produtos rotulados como “sem VOC” ou com “baixo VOC”.
4 – Cuidado com plástico
Ignore rótulos que dizem que eles podem ir para o micro-ondas. Nunca coloque recipientes de plástico ou filme plástico no micro-ondas, pois eles podem passar substâncias químicas nocivas para alimentos e bebidas.
Os alimentos devem ser armazenados em recipientes de vidro ou de cerâmica ao invés de plástico, e os consumidores devem tentar comer alimentos frescos e congelados sempre que possível, para reduzir sua exposição ao bisfenol-A (BPA), produto químico usado em latas de comida e bebida. O BPA tem sido associado a uma ampla gama de potenciais efeitos na saúde, incluindo efeitos sobre o cérebro em desenvolvimento e perturbações das funções hormonais.
Também evite a compra de brinquedos, babadores, cortinas de chuveiro e outros itens que contenham PVC, um tipo de plástico macio comumente conhecido como vinil. Esses itens podem conter substâncias químicas nocivas, que foram proibidas de serem utilizadas em brinquedos em junho desse ano. Os especialistas aconselham o descarte de brinquedos velhos e mordedores feitos desse plástico.
5 – Diminua o mercúrio
O mercúrio, um metal que é tóxico para o cérebro, é encontrado em determinados tipos de peixe e marisco, incluindo atum e espadarte. Especialistas recomendam a escolha de peixes com pouco mercúrio, tais como cavala, arenque, truta-arco-íris, salmão (tanto selvagem quanto enlatado) e tilápia. As variedades de atum em conserva são mais baixas em mercúrio do que albacora ou atum-branco.
O Departamento de Agricultura dos EUA afirma que mulheres grávidas, mulheres que podem ficar grávidas, mulheres amamentando e crianças pequenas podem comer até 373 gramas de peixes com pouco mercúrio por semana.
Especialistas recomendam que você pergunte as autoridades locais se é seguro comer peixes capturados pela sua família e amigos em lagos, rios e zonas costeiras.

CONTINUA EM “8 SUBSTÂNCIAS CANCERÍGENAS DO SEU DIA-A-DIA”

Formatura: sinônimo de cirurgia plástica

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

Formatura: época de novos começos, grandes sonhos, e… cirurgia plástica. Segundo o Dr. Tony Youn, normalmente, nessa época, há um aumento na quantidade de pessoas querendo cirurgia plástica como presente de graduação. “Não é incomum que as pessoas agendem procedimentos antes de uma grande mudança de vida”, diz.
Muitos estudantes universitários fazem cirurgias antes de irem para seus novos empregos, e até mesmo pessoas que estão em pontos de transição em suas vidas, após divórcio, ou antes de um casamento, decidem que aquele é o momento para uma mudança.
Porém, o cirurgião plástico diz que os pacientes potenciais estão ficando muito mais jovens. “Estou realmente chocado com a quantidade de adolescentes que estão fazendo cirurgia plástica”, conta Youn. “Silicone em formaturas do ensino médio é normal, e isso é uma tendência muito preocupante”.
Segundo a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, o número de aumentos de mama entre mulheres de 18 a 19 anos aumentou cerca de 12% entre 2005 e 2006. Cirurgias de nariz, pele e lipoaspiração também entram para as “listas de desejo”.
Youn, no entanto, adverte que as pessoas têm que pensar bem antes de entrar nessa. “As cirurgias são sérias e têm complicações reais. Antes de alguém decidir fazê-las, precisa ser maduro o suficiente para realmente entender por que está fazendo e quais são as consequências disso”, explica.
O cirurgião acredita que a TV e os reality shows estão “conduzindo” essa tendência entre os jovens.
Embora Youn não realize procedimentos puramente cosméticos em menores de 18 anos, há um processo que ele acredita que pode ser adequado em adolescentes – cirurgia de redução de mama.
“As meninas jovens que desenvolvem seios muito grandes têm dor nas costas, no pescoço, no ombro”, disse. “Não tenho nenhum problema em fazer uma cirurgia de redução de mama em alguém nesse caso, porque é uma nova oportunidade de vida”.
Youn pede que as pessoas considerem bastante antes de fazer uma cirurgia, mas entende o desejo de um novo começo. Ele mesmo fez uma cirurgia plástica quando adolescente, para corrigir um queixo deformado.
“Eu entendo tanto quanto qualquer um o que é sentir-se diferente, incomum”, conta Youn. “Às vezes essa é a escolha certa para você, mas os pacientes jovens não têm motivos para ter pressa”, completa.
Não seja uma daquelas pessoas que têm necessidade de fazer algo agora, e que se sente um jovem horrível com medo de encarar a vida por causa de um defeito bobo que os outros talvez nem reparem.
“Um monte de gente realmente cresce, amadurece e fica lindo, acredite ou não. Um monte de celebridades de Hollywood são as pessoas mais glamourosas que você já viu, mas eram bem mais que um pouco estranhos quando eram jovens”, finaliza Youn.[ClickOnDetroit]
LEIA “PLÁSTICA GRATUITA PELO SUS, COMO CONSEGUIR UMA”

Projeto proíbe criação de animais para a extração de peles

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


“Uma sociedade justa não pode permitir que animais paguem com suas vidas pela vaidade humana”. Com estas palavras o deputado Feliciano Filho justifica o projeto de lei protocolado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), nesta quarta-feira, 15 de junho. A proposta visa proibir a criação de qualquer animal doméstico, domesticado, nativo, exótico, silvestre ou ornamental com a finalidade de extração de pele. Conforme o texto do projeto, infratores à normativa ficarão sujeitos ao pagamento de multas de até R$ 8.725 por animal. Em casos de reincidência, os criadores poderão ter o registro de Inscrição Estadual cassado.

A proposta tem como principal finalidade proteger as chinchilas, que são animais abatidos exclusivamente para satisfazer o comércio de peles. O consumo da carne destes animais não é permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Assim, a maioria dos criadores visa o abate, conforme mostra o site: www.chinchila.com.br. Conforme o projeto de lei, será permitida a criação de chinchilas apenas para atender a demanda de animais de estimação.

Feliciano enfatiza a crueldade aplicada contra os animais tanto no manejo como no abate para a extração de peles. “Os animais criados para esta finalidade sofrem maus tratos, pois são submetidos ao confinamento, que provoca transtornos comportamentais, tais como auto-mutilação ou canibalismo. A retirada da pele é ainda mais cruel. Embora alguns criadores informem que submetem os animais a anestésicos ou adormecem com éter, muitas vezes a realidade é outra. Frequentemente eles são pendurados pelo rabo, tendo o pescoço torcido a um ângulo de 90º. Muitos animais agonizam com o pescoço deslocado e permanecem vivos enquanto a pele é retirada”, informa o parlamentar.

O projeto de lei será encaminhado às comissões de análise da ALESP, antes de ser incluído na ordem do dia para votação.


Fonte: PetRede

Polícia rodoviária resgata pinguim sujo de óleo em rodovia no litoral de SP

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


A PRF (Polícia Rodoviária Federal) resgatou um pinguim nesta quinta-feira, na região de Ubatuba (litoral de SP).

O animal foi encontrado a altura do km 29 da rodovia Governador Mário Covas (BR-101) e estava sujo de óleo e aparentemente debilitado.

O pinguim foi levado ao aquário de Ubatuba, onde será examinado por veterinários. Depois deve ser reintegrado ao seu habitat natural, de acordo com a PRF.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Escherichia coli entero-hemorrágica O104:H4

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


A Escherichia coli entero-hemorrágica (EHEC) é uma bactéria patogênica do ser humano capaz de causar colite hemorrágica (diarreia sanguinolenta), que às vezes se desenvolve em Síndrome Hemolítica-Urêmica  (SHU). A SHU é uma doença fatal que causa danos aos rins e é uma complicação grave da infecção pela bactéria. A EHEC também é conhecida por E. coli produtora de Shigatoxina (STEC), ou como produtora de Verocitotoxina (VTEC). Os animais podem transportar outros tipos de STEC/VTEC em seus intestinos que não são necessariamente patogênicos para os seres humanos.
O sorotipo de EHEC, O104: H4, isolado nos casos do surto da infecção por EHEC na Alemanha, são raros e já vistos em humanos anteriormente, mas nunca em um surto. Isto foi confirmado pelo Centro Colaborador de Referência e Pesquisa em Escherichia e Klebsiella, na Dinamarca. As autoridades informam que a cepa do surto é EHEC sorotipo O104: H4, ou mais precisamente uma estirpe de E. coli enteroagregativa produtora de Verocitotoxina (VTEC EAggEC) O104:H4. O número O designa o tipo de antígeno na superfície da membrana bacteriana e o número H designa o tipo de antígeno no flagelo.

Epidemiologia
A fonte da infecção ainda não foi identificada e uma intensa investigação está sendo realizada para encontrá-la. Brotos de feijão contaminados, alface, tomate e/ou pepinos são os veículos mais prováveis de infecção, mas isso ainda não está comprovado. Surtos de Escherichia coli ocorrem geralmente por alimentos.
As bactérias são transmitidas por via fecal/oral e a ingestão de alimentos contaminados é um veículo comum de infecção, muitas vezes através de produtos contaminados crus ou mal cozidos, como carne, leite e produtos frescos. Outras fontes de infecção por EHEC são água contaminada, contato com animais, com outros pacientes afetados e se o controle adequado da infecção não é praticado. O período de incubação é geralmente de 48 à 72 horas, mas pode variar de 1 a 10 dias.
Sintomas da doença incluem cólicas abdominais e diarreia, que pode ser sanguinolenta. Febre e vômitos também podem ocorrer. A maioria dos pacientes se recupera dentro de 10 dias. Em alguns casos, no entanto (particularmente em crianças pequenas e idosos, embora esses grupos não predominam no surto atual), a infecção pode levar a uma doença fatal, como a Síndrome Hemolítica-Urêmica (SHU). 
Na Alemanha, 61% dos casos EHEC e 70% dos casos de SHU são do sexo feminino (a partir de 03 de junho de 2011). O motivo é desconhecido, mas pode ser porque as mulheres adultas estão mais expostas à fonte de contaminação. É muito raro ter resultados tão graves como SHU em adultos jovens e de meia-idade, já que os grupos normais de alto risco são crianças pequenas e idosos. Alguns casos também ocorreram em crianças em idade escolar.

Prevenção

Em geral, as medidas para evitar a infecção por E. coli enterohemorrágica (EHECsão semelhantes aos recomendados para outras doenças transmitidas por alimentos, incluindo boas práticas básicas de higiene alimentar, como descreve a Organização Mundial de Saúde para uma alimentação mais segura. O principal conselho é lavar as mãos após usar o banheiro e antes de consumir alimentos sempre com água limpa, especialmente se for consumido cru, e evitar a contaminação cruzada ao preparar alimentos.


Organização Mundial de Saúde

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O que dizem os ossos?

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


A Antropologia Forense não só ajuda ao reconhecimento de um cadáver irreconhecível, como contribui para o estudo dos cadáveres através da análise do seu esqueleto. O esqueleto contém não só a história da vida de uma pessoa como também as circunstâncias da sua morte e pós-morte. Por estas razões é essencial a contribuição desta ciência forense para estudos criminalísticos.

Os ossos são o material mais resistente do corpo humano e o que demora mais a deteriorar-se, "guardando" pistas que podem ser essenciais a uma investigação.

Existem três tipos de fracturas: as antemortem (ocorrem durante a vida), asperimortem (ocorrem aquando da morte) e as postmortem (ocorrem depois da morte). Estas podem ser distinguidas, pois os ossos reagem de maneiras diferentes quando a pessoa está viva e quando esta se encontra morta.

As lesões traumáticas ocorridas em vida são facilmente detectadas porque existe reacção óssea.

A lesão pode dar outras informações importantes como a forma do objecto que a provocou ou a velocidade a que esta foi infligi da.


Robersonn

O que Provoca um DESMAIO ?

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.