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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Botânica - Hormônios vegetais

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


O crescimento e o desenvolvimento dos vegetais são controlados por fatores ambientais externos (por exemplo, luz, água e temperatura) e internos. Os principais fatores internos são os hormônios que, através de sinais químicos, controlam o metabolismo do vegetal. Eles são produzidos em diferentes partes do corpo do vegetal e não em glândulas específicas, como ocorre nos animais.



Os hormônios vegetais são também chamados de fitormônios. Em geral, atuam em conjunto na regulação do metabolismo vegetal. A seguir veremos os cinco tipos principais: auxinas, citocininas, etileno, ácido abscísico e giberilinas.






1. Auxinas (AIA)

a) Local de síntese: meristema apical, meristema caulinar, primórdios foliares, folhas jovens e sementes em desenvolvimento.

b) Efeitos:

• Dominância apical: o ápice caulinar produz uma quantidade de auxina que inibe o crescimento das gemas laterais. Quando este é podado, as gema laterais se desenvolvem formando novos ramos.

• Desenvolvimento de raízes: a auxina estimula o desenvolvimento de raízes adventícias em caules.

• Desenvolvimento de frutos: a auxina permite, em algumas espécies, a formação de frutos partenocárpicos (produzidos sem fecundação). Atua também na transformação do ovário em fruto após a fecundação.

• Desenvolvimento do sistema vascular: a auxina estimula a formação de tecidos vasculares (xilema e floema).

c) Transporte: polar, ou seja, do local de produção (ápice da plantas) para o local de ação (base da planta).

2. Citocininas

a) Local de síntese: principalmente no ápice da raiz.

b) Efeitos: promovem a divisão celular (o nome vem de citocinese, fase final da divisão celular na qual o citoplasma se divide). Atrasam o envelhecimento das folhas e podem causar a quebra da dominância apical.

c) Transporte: ocorre da raiz para o caule, através dos vasos de xilema.

3. Etileno

a) Local de síntese: produzido praticamente em todos os tecidos, principalmente naqueles que sofrem algum estresse ou naqueles que estão amadurecendo.

b) Efeitos: promove o amadurecimento dos frutos e atua na queda das folhas e flores velhas.

c) Transporte: é um hormônio gasoso transportado por difusão do local de síntese para o local de ação.

4. Ácido abscísico (ABA)

a) Local de síntese: principalmente em folhas maduras submetidas ao estresse hídrico e nas sementes.

b) Efeitos: fechamento dos estômatos em resposta à falta de água e manutenção da dormência das sementes.

c) Transporte: apolar, ocorre das folhas para o resto da planta, através do floema, e da raiz para os demais órgãos através do xilema.

5. Giberilinas (GA)

a) Local de síntese: tecido caulinar e sementes em desenvolvimento.

b) Efeitos: estimula o crescimento de variedades de plantas anãs através do alongamento do caule. Quebra da dormência e germinação das sementes. Estimulação da produção de flores e frutos.

c) Transporte: transporte apolar, ou seja, ocorre do ápice para a base e também ao contrário, principalmente através do floema.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Lactobacilos: você sabe o que são e para que servem?

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.



Minuscúlos aliados eles jogam a favor da saúde.

Você já deve ter ouvido falar que os leites fermentados são ricos em lactobacilos e
que eles são ótimos para sua saúde.mas, você sabe porquê? Nossa flora intestina
l é composta por um equilíbrio desses bichinhos, bons e maus. Ou seja, temos um
conjunto de mais de 400 bactérias que quando estão equilibradas não causam problemas
à saúde, caso contrário podem provocar doenças, alergias e até desnutrição. Podemos
dizer que os microorganismos considerados bons (lactobacilos ou probióticos) devem ser
maioria no intestino. Cerca de 70% em relação aos outros, que devem estar em pequenas quantidades para não causar doenças. Em torno de um quilo do nosso peso corporal é de microorganismos vivos.

Vários motivos levam à morte desses microorganismos benéficos. Só para ter alguns
exemplos: stress, doenças intestinais, alcoolismo, uso de antibióticos, envelhecimento,
etc. Por isso é importante estarmos sempre "repovoando" nosso estoque com estes microorganismos. E isso nós fazemos com a consumo de alimentos probióticos, que,
como o próprio nome já diz, são pró ( a favor), bio (vida). Ou seja, promotores da
vida.


Eles tendem a melhorar e regular todo o funcionamento da flora intestinal, além de combater as substâncias tóxicas e causadoras de câncer. Não só: fortalecem o sistema imunológico, pois estimulam a síntese de interferon gama (substância produzida por leucócitos que combatem as doenças) e também minimizam os efeitos colaterais dos antibióticos - que desequilibram o intestino. Um novo estudo em andamento da empresa japonesa Yakult aponta ainda lactobacilos vivos como coadjuvantes na redução das taxas de colesterol.
Pesquisas comprovaram que alimentos com lactobacilos são eficientes na prevenção de doenças relacionadas ao intestino. É que o leite fermentado e produtos afins estimulam o organismo na produção de células de defesa, o que auxilia na proteção contra doenças. Uma pesquisa da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, realizada pelo nutricionista Manfrede Kroger, concluiu que o número de células cancerosas de 30 pacientes que participaram do estudo não aumentou depois que eles passaram a ingerir dois copos de iogurte por dia, durante um mês. De concreto, sabe-se que quando a flora intestinal não está saudável, isso desencadeia males como diabetes, colite, fadiga e até mesmo candidíase (fungo que provoca corrimento espesso, coceira e irritação), e aparece quando o organismo está debilitado, com baixa imunidade.

Um frasco por dia de leite fermentado e o uso constante e diário de queijos frescos, iogurtes e coalhadas são suficientes para proteger o organismo contra os fatores que desequilibram a flora intestinal. Isso vai ser o bastante para o organismo ficar mais resistente às bactérias e a qualquer tipo de infecção. Mas é bom evitar o consumo exagerado desses produtos, que podem causar desconforto intestinal e até aumento do peso devido ao excesso de calorias.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O amor é cego? Em certos casos ele pode literalmente roubar sua visão

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.





No ano passado, pesquisadores divulgaram o caso de um homem de 66 anos que, cada vez que tinha um orgasmo, perdia a visão em um olho.
O homem tinha relações sexuais de duas a três vezes por semana (nada mal para um cara de 66 anos) e, cada vez que tinha um orgasmo, ficava cego de um olho por alguns minutos – o que pode arruinar a experiência, como você pode imaginar.
Em 2008, um médico no Texas disse que uma paciente sua, de 48 anos, afirmava ter o mesmo problema. Trinta minutos em uma atividade sexual e ela começava a sofrer com dores de cabeça e perdia, momentaneamente, a visão de um dos olhos.
Pode até parecer engraçado à primeira vista, mas a condição não é brincadeira  – é chamada de perda de visão momentânea mono-ocular e ocorre por causa de algum problema vascular. Quando a pessoa chega ao clímax, um pedaço de tecido gorduroso da carótida “viaja” até as veias que fornecem sangue para um dos olhos e bloqueia a passagem, fazendo com que o paciente tenha perda momentânea da visão.
E isso pode ser sinal de algum problema cardíaco mais grave.
O tratamento é feito com remédios vasodilatadores, mas há casos mais graves que precisam ser tratados com cirurgia. Então se, quando você está no “bem bom” chega a ficar “cego de prazer” é bom procurar um médico. [The Body Odd]

O que Provoca um DESMAIO ?

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.