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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Organismos de 34 mil anos foram encontrados “enterrados” vivos

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


Essa história parece mais o roteiro de um filme de ficção científica do que realidade: cientistas encontram cristais de sal antigos, que foram desenterrados das profundezas do Vale da Morte (foto) para pesquisas climáticas.
Os cristais de 34.000 anos foram cuidadosamente embalados até que, anos mais tarde, um pesquisador jovem e desconhecido resolve analisá-los novamente e descobre que, presos dentro deles, há algo estranho e… vivo. Felizmente esta história não termina com a destruição da raça humana.
Cristais de sal crescem muito rapidamente, aprisionando definitivamente qualquer coisa que estiver flutuando por ali, ou vivendo nas proximidades, dentro de suas bolhas minúsculas de apenas alguns mícrons de diâmetro.
As bactérias encontradas no cristal, uma espécie amante de sal ainda encontrada na Terra hoje, ficaram encolhidas e suspensas em uma espécie de estado de hibernação dentro dessas bolhas. Elas estão vivas, mas não estão usando energia nem se reproduzindo.
A chave para a sobrevivência dos micróbios milenares pode ser seus companheiros cativos, as algas de um grupo chamado Dunaliella. Quando os pesquisadores foram capazes de identificar as células Dunaliella, a descoberta da fonte de energia potencial presa com as bactérias tornou possível a ideia de que estas pequenas câmaras de ar poderiam abrigar ecossistemas microscópicos.
O próximo passo dos pesquisadores é descobrir como os micróbios, praticamente passando fome suspensos em um modo de sobrevivência complicado por tantos milhares de anos, conseguiram manter-se viáveis. Os pesquisadores acreditam que eles precisam ser capazes de reparar o DNA, porque ele degrada com o tempo.
Os micróbios levaram cerca de dois meses e meio para “despertar” de seu estado de sobrevivência antes de começar a se reproduzir, comportamento que tem sido documentado em bactérias, e uma estratégia que certamente faz sentido. Com 34 mil anos de idade, as bactérias têm filhos. E, ironicamente, uma vez que isso acontece, a nova bactéria, é claro, é completamente moderna.
Das 900 amostras de cristal testadas, apenas cinco produziram bactérias vivas. No entanto, os micróbios são esquisitos. A maioria dos organismos não pode ser cultivada em laboratório, então pode ser que houvesse micróbios vivos que simplesmente não gostaram de seu novo lar o suficiente para se reproduzir.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Museu Smithsonian: Comprehensive Virtual Tour

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


"Passeie pelos corredores do Museu Smithsonian, um dos maiores do mundo!"
Que tal passear pelos corredores de um dos museus com o maior acervo de obras de todo o planeta? Calma, não será preciso preparar seu passaporte, comprar a passagem e voar para a cidade de Washington, capital dos Estados Unidos, para que você conheça em detalhes o Museu de História Natural Smithsonian.
Mantido pelo Instituto Smithsoniano, a instituição que hoje é ligada ao governo norte-americano, cuida de um patrimônio que compreende 19 museus e 7 centros de pesquisa, totalizando mais de 142 milhões de itens cadastrados em seu acervo.



Se você quer conhecer uma pequena parcela dessa história já pode fazer isso online, graças ao sistema de visita virtual disponibilizado no site oficial do museu. A exemplo do aplicativo utilizado para que o usuário possa visitar a Capela Sistina, a visita ao Smithsonian pode ser feita em diversas salas e seções.

Caminhando pela história

O Museu Smithsonian é uma área imensa e seria praticamente impossível cobrir toda a área de exposições em um único aplicativo online. Se você gosta de cinema já deve conhecer parte do cenário, já que ele foi retratado em diversos filmes, em especial na comédia “Uma Noite no Museu”, em que muitos objetos expostos ganham vida.

O aplicativo está disponível em Flash e é completamente online. Para acessá-lo basta clicar no link acima e aguardar o carregamento. Você pode não só passear de uma sala para outra como também pode se aproximar dos objetos expostos, inclusive podendo ler as inscrições de alguns cartazes.
Um dos maiores destaques entre as salas principais é a que abriga os fósseis de dinossauros. Além disso, o museu conta com exposições obre a vida animal marinha, objetos do período pré-histórico, itens que marcaram a formação do território norte-americano e elementos raros que ajudaram a construir a história universal.
Embora o tempo de carregamento inicial seja demasiado – certifique-se de ter uma conexão ADSL para acessar, caso contrário você terá que aguardar por um bom tempo até que as páginas carreguem por completo –, a execução do aplicativo é satisfatória e o sistema é de simples operação.



Mapa para você não se perder

Além da visita convencional, cada uma das páginas exibe a opção de mapa no canto superior direito da tela. Ao clicar sobre a opção “map” são exibidas todas as localidades disponíveis no passeio virtual bem como são marcadas aquelas que você já visitou.
Caso você esteja cansado e não queira “andar” de um ponto a outro do museu, basta clicar nobre o ponto azul referente à sala que deseja visitar para ser direcionado diretamente para lá. No total estão disponíveis para visitação três andares de exposição.


                               

O que Provoca um DESMAIO ?

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.