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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Formatura: sinônimo de cirurgia plástica

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

Formatura: época de novos começos, grandes sonhos, e… cirurgia plástica. Segundo o Dr. Tony Youn, normalmente, nessa época, há um aumento na quantidade de pessoas querendo cirurgia plástica como presente de graduação. “Não é incomum que as pessoas agendem procedimentos antes de uma grande mudança de vida”, diz.
Muitos estudantes universitários fazem cirurgias antes de irem para seus novos empregos, e até mesmo pessoas que estão em pontos de transição em suas vidas, após divórcio, ou antes de um casamento, decidem que aquele é o momento para uma mudança.
Porém, o cirurgião plástico diz que os pacientes potenciais estão ficando muito mais jovens. “Estou realmente chocado com a quantidade de adolescentes que estão fazendo cirurgia plástica”, conta Youn. “Silicone em formaturas do ensino médio é normal, e isso é uma tendência muito preocupante”.
Segundo a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, o número de aumentos de mama entre mulheres de 18 a 19 anos aumentou cerca de 12% entre 2005 e 2006. Cirurgias de nariz, pele e lipoaspiração também entram para as “listas de desejo”.
Youn, no entanto, adverte que as pessoas têm que pensar bem antes de entrar nessa. “As cirurgias são sérias e têm complicações reais. Antes de alguém decidir fazê-las, precisa ser maduro o suficiente para realmente entender por que está fazendo e quais são as consequências disso”, explica.
O cirurgião acredita que a TV e os reality shows estão “conduzindo” essa tendência entre os jovens.
Embora Youn não realize procedimentos puramente cosméticos em menores de 18 anos, há um processo que ele acredita que pode ser adequado em adolescentes – cirurgia de redução de mama.
“As meninas jovens que desenvolvem seios muito grandes têm dor nas costas, no pescoço, no ombro”, disse. “Não tenho nenhum problema em fazer uma cirurgia de redução de mama em alguém nesse caso, porque é uma nova oportunidade de vida”.
Youn pede que as pessoas considerem bastante antes de fazer uma cirurgia, mas entende o desejo de um novo começo. Ele mesmo fez uma cirurgia plástica quando adolescente, para corrigir um queixo deformado.
“Eu entendo tanto quanto qualquer um o que é sentir-se diferente, incomum”, conta Youn. “Às vezes essa é a escolha certa para você, mas os pacientes jovens não têm motivos para ter pressa”, completa.
Não seja uma daquelas pessoas que têm necessidade de fazer algo agora, e que se sente um jovem horrível com medo de encarar a vida por causa de um defeito bobo que os outros talvez nem reparem.
“Um monte de gente realmente cresce, amadurece e fica lindo, acredite ou não. Um monte de celebridades de Hollywood são as pessoas mais glamourosas que você já viu, mas eram bem mais que um pouco estranhos quando eram jovens”, finaliza Youn.[ClickOnDetroit]
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domingo, 5 de dezembro de 2010

A beleza interior do corpo

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


Médico chinês transforma tomografias em arte !
O radiologista chinês Kai-hung Fung desenvolveu uma técnica que transforma tomografias computadorizadas em 3D para diagnósticos médicos em arte.





O especialista, que trabalha


Esta imagem da cavidade nasal recebeu um prêmio em concurso da revista 'Science' e da Fundação Nacional de Ciência dos EUA.


O radiologista chinês Kai-hung Fung, de 56 anos, criou o que chama de 'Técnica Arco-Íris' para transformar em arte tomografias 3D feitas no hospital.


'Cada linha ou ponto representa uma estrutura anatômica específica do organismo em estado normal ou debilitado', diz Fung.


'É uma verdadeira integração de arte, ciência e tecnologia e tanto pode ser estudada cientificamente quando apreciada como arte visual', acrescentou o autor.


A obra do especialista, que trabalha no Hospital Pamela Youde Nethersole Eastern, em Hong Kong, já foi divulgada em várias publicações.


O radiologista chinês garante que não usa programas de computador como o Adobe Photoshop para mudar mais as imagens.
Fonte: BBBC Brasil http://www.bbc.co.uk/portuguese/ .

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Quanto mais gordurinhas na barriga, maiores as chances de ter osteoporose

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

Todos os anos, conhecimentos científicos se alteram diante de novas descobertas. Agora, chegou a vez de testar a gordura corporal. Há muito tempo acredita-se que ela protege contra a osteoporose, mas cientistas afirmaram que, ao invés disso, a gordura na barriga pode promover a doença, caracterizada por ossos frágeis, propensos a fraturas.
Estudos anteriores que pesquisaram os efeitos da obesidade sobre a saúde óssea não distinguiram entre os dois tipos de gordura corporal, a visceral e a subcutânea. Além disso, os cientistas sabiam que as mulheres abaixo do peso tinham um risco aumentado para a osteoporose, por isso assumiram que quanto mais gordura uma pessoa tivesse, melhor seriam os seus ossos.
Porém, o novo estudo aponta que a gordura – especificamente os altos níveis de gordura na barriga, que é a gordura visceral, localizada entre os órgãos na cavidade abdominal – aumenta o risco de osteoporose, pois foi associada a densidade mineral óssea reduzida em mulheres obesas. Em contraste, a gordura sob a pele em outros locais do corpo, chamada de gordura subcutânea, não demonstrou nenhuma relação com doença.
Segundo os pesquisadores, essa é mais uma notícia ruim para a obesidade. Para chegar a essa conclusão, eles examinaram a densidade mineral óssea e o índice de massa corporal (IMC) de 50 mulheres obesas com idade média de 30 anos. Elas foram submetidas a uma tomografia computadorizada para medir a perda óssea, e a uma ressonância magnética para avaliar a quantidade de gordura na medula de seus ossos.
Os dois exames focaram na seção lombar da coluna vertebral, uma região da parte inferior das costas que os cientistas acreditam ser um bom indicador da densidade mineral óssea. Os pesquisadores também mediram a quantidade de gordura na barriga das mulheres.
Os resultados indicaram que, em geral, quanto mais gordura visceral as mulheres tinham, menor era sua densidade mineral óssea. Embora nenhuma das mulheres tivesse osteoporose, em algumas delas a densidade mineral óssea estava abaixo do normal, ou seja, elas já estavam com uma condição conhecida como osteopenia, que pode levar a osteoporose.
As mulheres obesas com mais gordura visceral também tinham mais gordura na medula óssea, o que sugere que essa gordura nos ossos os torna mais fracos. Os pesquisadores ainda não sabem por que a gordura visceral tem esse efeito. Uma das teorias é de que ela secreta certos hormônios ou outras substâncias que prejudicam os ossos.
Segundo os cientistas, as descobertas apóiam outros trabalhos que têm demonstrado que a gordura visceral é pior para o corpo do que a gordura subcutânea. Além da osteoporose, estudos anteriores já haviam relacionado a gordura da barriga com um risco aumentado de diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. [LiveScience]

O que Provoca um DESMAIO ?

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.