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sábado, 26 de novembro de 2011

Biólogos podem realizar análises clínicas?

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

Publicado em 07/07/2008 pelo(a) Wiki Repórter Terezinha Santellano, Porto Alegre - RS


Biólogos são profissionais formados nos cursos de bacharelado em Ciências Biológicas ou Biologia, disponíveis em escolas de nível superior, públicas ou privadas, de todo País. A profissão é regulamentada e tida como em expansão, segundo analistas, principalmente devido à implantação nas empresas particulares e nos órgãos governamentais de políticas e práticas visando o chamado desenvolvimento sustentável.

O campo de trabalho cresce também nas atividades de pesquisa em áreas tais como as células-tronco, a bioengenharia, a bioinformática, dentre outras.
Com a expansão do seu mercado de trabalho os biólogos podem hoje atuar conjuntamente com agrônomos, engenheiros ambientais, engenheiros geneticistas, engenheiros de petróleo, biomédicos, farmacêuticos, etc., em órgãos como a Anvisa, o Ibama, a Petrobrás ou instituições privadas. Em atividades práticas ou em pesquisa, apenas com curso de graduação ou com formação complementar de cursos de especialização e de pós-graduação, mestrado e doutorado.

Em uma reportagem publicada no suplemento MEGAZINE do jornal O Globo, de 17 de junho último (O biólogo está em alta), a repórter Natália Soares entrevistou o biólogo e pesquisador da UFRJ Stevens Rehen sobre o mercado de trabalho para formados em Ciências Biológicas ou Biologia. Em certa altura da reportagem o pesquisador afirma que os biólogos não podem fazer análises clínicas, ao contrário dos biomédicos. A entrevista alcançou grande repercussão e retorno no Globo Online, sítio na Internet do grande jornal carioca.

Dentre os inúmeros comentários recebidos eletronicamente, foi afirmado que: "o biólogo está preparado para trabalhar em análises clínicas, assim como o farmacêutico ou o biomédico".

O antagonismo das posições estabelecidas resolveu-se na edição seguinte do Suplemento MEGAZINE (24/6), quando em carta publicada, o pesquisador Stevens Rehen retrata-se: "agradeço às mensagens retificando sobre a possibilidade de o biólogo atuar em análises clínicas, o que confirma a pluralidade de opções profissionais". E continua na sua explicação: "detalhes sobre a legalidade do exercício das análises clínicas pelos biólogos podem ser encontrados na página do Conselho Federal de Biologia na Internet".

A situação está agora posicionada de forma mais clara e direta: biólogos, juntamente com os biomédicos e farmacêuticos, sim, podem trabalhar em análises clínicas. A posição é oficial e como se verá a seguir, muito cara ao Conselho Federal de Biologia - o CFBio (Resolução Nº 10, de 05 de julho de 2003).

Em decisão recente e polêmica, o CFBio vetou expressamente o registro de portadores de diploma dos egressos dos cursos de Educação a Distância (EAD) em Ciências Biológicas, perante os Conselhos Regionais de Biologia (Resolução Nº. 151, 09/05/2008; publicada no DOU em 03/06/2008). A presidente do Conselho Regional de Biologia, 2ª. Região (Espírito Santo, Rio de Janeiro), Fátima Cristina Inácio de Araújo, assim justificou a medida em depoimento ao jornal "O Estado de São Paulo", publicado em 10/06/2008: "depois que o aluno tem o registro, vai esquecer que fez um curso à distância e querer fazer concurso para biólogo de empresas, como a Petrobrás, ou ainda querer atuar em análises clínicas e não pode; vamos lutar para não permitir isso".

Para alguns especialistas a decisão do CFBio é preconceituosa e arbitrária; para o MEC, corporativista e descabida; para quem conhece um pouco do mercado de análises clínicas, cautelosa e preventiva. Aliás, os conhecedores do mercado de análises clínicas, o CFBio, antes de apresentar-se como guardião da qualidade do exercício dessas atribuições, exorbita as suas funções, estendendo as possibilidades de atuação dos biólogos, invadindo o terreno de atuação já consagrado de outras profissões. O conflito sobre os limites de atuação entre biólogos e farmacêuticos, por exemplo, já é antigo e velho conhecido.

Considerando-se que a resposta da pergunta apresentada inicialmente é sim, os biólogos oficialmente podem realizar análises clínicas, atividade antes restrita a profissionais egressos dos cursos de Farmácia, a título de controvérsia, podemos substituir a questão inicial por outra então: Biólogos devem realizar análises clínicas?
Deixamos para o leitor a tarefa de refletir e tentar responder a pergunta final e dessa maneira encerrar essa controvérsia ou então, iniciar uma nova!
Fontes:

- O GLOBO, suplemento MEGAZINE

- O Estado de S. Paulo- Conselho Federal de Biologia - CFBio (http://www.cfbio.org.br/)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Biologia – Resumão.

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

O que é biologia?
A palavra biologia tem sua origem em duas palavras: bio, que significa vida, e logos, que significa estudo. Assim temos biologia significando “estudo da vida”.
A biologia é uma ciência ampla, visto que é enorme a diversidade de seres vivos em nosso planeta, deste modo a biologia foi subdividida em áreas especializadas para facilitar o estudo e a obtenção de informações.
Subdivisões da Biologia
Anatomia: estuda a estrutura e a forma das células, tecidos, órgãos e sistemas.
Botânica: estuda as plantas.
Citologia: estuda as células.
Fisiologia: estuda o funcionamento das células, tecidos, órgãos e sistemas.
Histologia: estuda os tecidos.
Micologia: estuda os fungos.
Zoologia: estuda os animais.
Conceito de Vida
Definir vida não é simples, porém podemos definir o que é ser vivo por meio de uma série de propriedades que diferem a matéria viva da não-viva. Composição química: embora toda a matéria seja constituída dos mesmos tipos de átomos, a matéria viva possui muitas substâncias típicas em sua composição (ex: água, sais, proteínas, glicídios, lipídios, ácidos nucléicos)
Propriedades
Organização: com exceção dos vírus, todos os seres vivos são formados por células.
Metabolismo: propriedade que a matéria viva tem de transformar as substâncias ao seu interesse.
Homeostase: capacidade que a matéria viva tem de regular o seu meio interior e o manter estável.
Movimento: é uma propriedade inerente à matéria viva, e está presente em todos os reinos dos seres vivos.
Reação: todos os seres vivos respondem a estímulos, sejam eles de ordem física ou química.
Adaptação: os seres vivos se adaptam às mudanças no meio em que vivem, seja a curto, médio ou longo prazo.
Crescimento: os seres vivos crescem, seja através do aumento de tamanho ou do aumento do número de células.
Reprodução: capacidade de gerar descendentes.
Teorias sobre a Origem da Vida
Existem diversas teorias que tentam explicar a origem dos primeiros seres vivos. Até o século XIX considerava-se que toda forma de vida existente era obra de um Deus todo poderoso (criacionismo). No entanto, com o passar do tempo essa explicação não é mais satisfatória e surgem várias teorias alternativas baseadas na observação de fenômenos naturais e dos conhecimentos da época.
Abiogênese x Biogênese
Abiogênese: teoria que afirmava que a vida poderia surgir a partir da matéria inanimada, por geração espontânea.
Biogênese: teoria que afirmava que os seres vivos originam-se de outros seres vivos preexistentes e semelhantes, através dos processos de reprodução.
Experimentos de Needham e Spallanzani
O cientista inglês John T. Needham realizou vários experimentos em que submetia à fervura frascos contendo substâncias nutritivas. Após a fervura deixava os frascos em descanso por alguns dias. Depois ao observar ao microscópio, Needham notava a presença de microrganismos. Ele dizia que a solução nutritiva continha uma força vital responsável pelo surgimento dos microrganismos.
O pesquisador italiano Lazzaro Spallanzani repetiu os experimentos de Needham , com algumas modificações e obteve resultados diferentes.
Ele colocou substâncias nutritivas em balões de vidro, fechando-os hermeticamente e submeteu-os a fervura. Deixou descansar por alguns dias então ele abriu os frascos e observou o líquido ao microscópio. Nenhum organismo estava presente.
Spallanzani explicou que Needham não havia fervido sua solução nutritiva por tempo suficientemente longo para matar todos os microrganismos existentes nela.
Needham respondeu dizendo que, ao ferver por muito tempo, Spallanzani havia destruído a “força vital” e tornado o ar desfavorável para o aparecimento da vida.

Experimentos de Redi
Francesco Redi elaborou experiências que abalaram profundamente a teoria da geração espontânea. A experiência de Redi favoreceu o surgimento da biogênese.

O Experimento de Pasteur
Foi apenas em meados do século XIX que a teoria da abiogênese foi derrubada de uma vez por todas por Louis Pasteur, com seu célebre experimento dos frascos com pescoço de cisne. A partir de então ficou definitivamente provado que a vida apenas pode provir de outra vida, ficando sepultada a hipótese da geração espontânea

O Experimento de Oparin e Haldane
Os cientistas Oparin e Haldane sugerem que a vida pode ter se originado na terra através de um lento processo de evolução química.
Eles consideram que provavelmente a atmosfera primitiva era composta principalmente por metano, amônia, gás hidrogênio e vapor d’água. Nessa época a terra passava por um processo de descongelamento que permitiu o acúmulo de água nas depressões das rochas, formando os mares primitivos.
As descargas elétricas e as radiações eram intensas e teriam fornecido energia para a formação das primeiras moléculas orgânicas.
As moléculas orgânicas eram arrastadas pela água da chuva e passavam a se acumular nos quentes mares primitivos, formando verdadeiras “sopas nutritivas”
Nessas “sopas nutritivas” surgiram os aminoácidos e esses foram se agrupando para formar proteínas isoladas do meio (coacervados).
No momento em que essas proteínas passaram a apresentar capacidade de duplicação teriam surgido os primeiros seres vivos.


O Experimento de Miller
A hipótese da evolução química foi testada pela primeira vez pelo químico americano Stanley Miller, em 1953. Ele construiu um aparelho que simulava as condições da terra primitiva e introduziu nele os gases de amônia, hidrogênio, metano e vapor d’água. Um dispositivo elétrico de alta voltagem produzia faísca dentro do aparelho, simulando os raios das tempestades.
Depois de alguns dias funcionando, a água e o vidro do aparelho ficaram impregnados por uma substância viscosa e avermelhados. Analisando essa substância, Miller verificou que ela era rica em aminoácidos.

Hipótese Heterotrófica
Segundo essa hipótese, os primeiros organismos eram estruturalmente muito simples e viviam em um ambiente aquático, rico em substâncias nutritivas, porém, não havia oxigênio. Nessas condições, é possível supor que, tendo alimento abundante ao seu redor esses organismos alimentavam-se dos mesmos sem precisar sintetizar o seu alimento, portanto, eles seriam heterótrofos.
Hipótese Autotrófica
Alguns cientistas especulam que os primeiros seres vivos não poderiam ter sobrevivido às condições da terra primitiva e propõem que a vida tenha surgido em locais mais protegidos. Esses locais são ricos em gases quentes e sulfurosos que permitem o desenvolvimento de bactérias qumiossintetizantes. Acredita-se que evolução se deu a partir das bactérias.
Hipótese da Panspermia
A presença de compostos orgânicos em meteoritos, e a descoberta por astrônomos de aminoácidos em nuvens estrelares, têm levado alguns cientistas a acreditarem que a matéria-prima que deu origem à vida pode ter vindo do espaço. Não só compostos orgânicos, mas até seres vivos completolos.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Imagens em 3D revelam partes do corpo humano como poucos conhecem

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

As imagens podem parecer novas, mas seu corpo conhece bem algumas delas. Elas mostram incríveis closes 3D de partes do corpo humano.
Quase todas as imagens foram capturadas usando microscópio eletrônico de varredura (MEV), um tipo de microscópio que utiliza um feixe de elétrons de alta energia para digitalizar superfícies. O feixe interage com os átomos, resultando em fantásticas imagens de alta resolução em 3D.



Mais informações interessantes, no iG Jovem.
Via Environmental Graffiti

sábado, 2 de julho de 2011

Cursos de Biologia de todo o País terão de se adaptar

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


Quase mil cursos de Biologia em todo o País, responsáveis pela formação de cerca de 40 mil alunos por ano, devem ser revistos por suas instituições. Duas resoluções do Conselho Federal de Biologia do ano passado definem padrões mais rigorosos para certificar profissionais que se formem a partir do final de 2013.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

Projeto proíbe criação de animais para a extração de peles

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


“Uma sociedade justa não pode permitir que animais paguem com suas vidas pela vaidade humana”. Com estas palavras o deputado Feliciano Filho justifica o projeto de lei protocolado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), nesta quarta-feira, 15 de junho. A proposta visa proibir a criação de qualquer animal doméstico, domesticado, nativo, exótico, silvestre ou ornamental com a finalidade de extração de pele. Conforme o texto do projeto, infratores à normativa ficarão sujeitos ao pagamento de multas de até R$ 8.725 por animal. Em casos de reincidência, os criadores poderão ter o registro de Inscrição Estadual cassado.

A proposta tem como principal finalidade proteger as chinchilas, que são animais abatidos exclusivamente para satisfazer o comércio de peles. O consumo da carne destes animais não é permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Assim, a maioria dos criadores visa o abate, conforme mostra o site: www.chinchila.com.br. Conforme o projeto de lei, será permitida a criação de chinchilas apenas para atender a demanda de animais de estimação.

Feliciano enfatiza a crueldade aplicada contra os animais tanto no manejo como no abate para a extração de peles. “Os animais criados para esta finalidade sofrem maus tratos, pois são submetidos ao confinamento, que provoca transtornos comportamentais, tais como auto-mutilação ou canibalismo. A retirada da pele é ainda mais cruel. Embora alguns criadores informem que submetem os animais a anestésicos ou adormecem com éter, muitas vezes a realidade é outra. Frequentemente eles são pendurados pelo rabo, tendo o pescoço torcido a um ângulo de 90º. Muitos animais agonizam com o pescoço deslocado e permanecem vivos enquanto a pele é retirada”, informa o parlamentar.

O projeto de lei será encaminhado às comissões de análise da ALESP, antes de ser incluído na ordem do dia para votação.


Fonte: PetRede

quinta-feira, 19 de maio de 2011

FÁBRICA DE ÁGUA

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.




Para preservar a natureza, vale até reciclar a água do esgoto. Em Orange County, nos Estados Unidos, esse método já está sendo usado. O esgoto das casas segue para uma espécie de fábrica, onde passa por várias filtragens e recebe cloro.Depois, o material é colocado numa reserva subterrânea. Lá será filtrado pelas rochas e, em um ano, estará pronto para ser distribuído de novo na cidade.

sábado, 14 de maio de 2011

Tinta de farinha

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

Muitos professores conhecem a massinha de modelar feita de farinha de trigo. Não sei se todos sabem (eu não sabia!) que também é possível fazer a tinta para pintura com dedo, com uma receita mais diluída.

Fiz com meus alunos das turmas do pré, mas é um trabalho que pode ser desenvolvido com turmas de vários níveis.

A receita:

4 colheres de sopa de farinha de trigo

2 colheres de sopa de sal

2 colheres de sopa de vinagre

1 potinho de tinta guache da cor preferida

Misturar tudo em uma bacia e adicionar água até que fique com uma consistência de massa lisa, que deslize pela colher.

Aqui usei a guache vermelha:
Depois coloque em copinhos de cafezinho e distribua para as crianças:
 



Deixe secar os trabalhos pendurados em um varal, ou em mesas, de um dia para outro.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Biólogos descobrem nova espécie de peixe no rio Amazonas

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.



Um grupo de biólogos brasileiros descobriu uma nova espécie de peixe no rio Amazonas, no santuário ecológico Calha Norte, informou a ONG Conservação Internacional, que promoveu a expedição.

Só se obteve um único exemplar do Stenolicmus ix, como foi denominado o pequeno peixe de água doce que difere de outros semelhantes pelo tamanho dos barbilhões nasais e maxilares – filamentos olfativos ou gustativos.

A nova espécie se destaca também por uma coloração com manchas na região dorsal do tronco, da qual herdou seu nome científico.

“É um peixe muito pequeno, que foi coletado quase no fim dos trabalhos no igarapé. Devido ao seu tamanho, acreditamos ser uma espécie difícil de ser encontrada, tanto que só conseguimos coletar um único individuo”, explica o biólogo Wolmar Wosiacki, organizador da coleção ictiológica do Museu Paraense Emílio Goeldi e um dos responsáveis pela descrição da nova espécie.

O peixe foi encontrado no Igarapé Curuá, afluente da margem esquerda do rio Amazonas, em uma das expedições realizadas à Calha Norte por pesquisadores do museu e da Universidade Federal do Pará.

Seu habitat é uma reserva no estado amazônico do Pará, que é considerada como o maior bloco de selva-floresta tropical protegido no mundo por seus quatro milhões de hectares de extensão.

Em associação com o Museu Goeldi, a ONG organizou sete expedições biológicas à Calha Norte entre 2008 e 2010.

A descoberta científica está publicada na última edição da “Revista Zootaxa”.

(Fonte: Folha.com)

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Museu Smithsonian: Comprehensive Virtual Tour

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


"Passeie pelos corredores do Museu Smithsonian, um dos maiores do mundo!"
Que tal passear pelos corredores de um dos museus com o maior acervo de obras de todo o planeta? Calma, não será preciso preparar seu passaporte, comprar a passagem e voar para a cidade de Washington, capital dos Estados Unidos, para que você conheça em detalhes o Museu de História Natural Smithsonian.
Mantido pelo Instituto Smithsoniano, a instituição que hoje é ligada ao governo norte-americano, cuida de um patrimônio que compreende 19 museus e 7 centros de pesquisa, totalizando mais de 142 milhões de itens cadastrados em seu acervo.



Se você quer conhecer uma pequena parcela dessa história já pode fazer isso online, graças ao sistema de visita virtual disponibilizado no site oficial do museu. A exemplo do aplicativo utilizado para que o usuário possa visitar a Capela Sistina, a visita ao Smithsonian pode ser feita em diversas salas e seções.

Caminhando pela história

O Museu Smithsonian é uma área imensa e seria praticamente impossível cobrir toda a área de exposições em um único aplicativo online. Se você gosta de cinema já deve conhecer parte do cenário, já que ele foi retratado em diversos filmes, em especial na comédia “Uma Noite no Museu”, em que muitos objetos expostos ganham vida.

O aplicativo está disponível em Flash e é completamente online. Para acessá-lo basta clicar no link acima e aguardar o carregamento. Você pode não só passear de uma sala para outra como também pode se aproximar dos objetos expostos, inclusive podendo ler as inscrições de alguns cartazes.
Um dos maiores destaques entre as salas principais é a que abriga os fósseis de dinossauros. Além disso, o museu conta com exposições obre a vida animal marinha, objetos do período pré-histórico, itens que marcaram a formação do território norte-americano e elementos raros que ajudaram a construir a história universal.
Embora o tempo de carregamento inicial seja demasiado – certifique-se de ter uma conexão ADSL para acessar, caso contrário você terá que aguardar por um bom tempo até que as páginas carreguem por completo –, a execução do aplicativo é satisfatória e o sistema é de simples operação.



Mapa para você não se perder

Além da visita convencional, cada uma das páginas exibe a opção de mapa no canto superior direito da tela. Ao clicar sobre a opção “map” são exibidas todas as localidades disponíveis no passeio virtual bem como são marcadas aquelas que você já visitou.
Caso você esteja cansado e não queira “andar” de um ponto a outro do museu, basta clicar nobre o ponto azul referente à sala que deseja visitar para ser direcionado diretamente para lá. No total estão disponíveis para visitação três andares de exposição.


                               

sábado, 18 de dezembro de 2010

Inscrição para Registro - Modalidade Definitiva

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

É destinada aos portadores de diploma de graduação devidamente registrado no MEC ou, por delegação de competência a estabelecimento de ensino, ou diploma expedido por instituição estrangeira de ensino superior, regularizado e cujo curso for considerado equivalente a qualquer daqueles mencionados no inciso I, do art. 1º da Lei 6.684/79, ou seja, revalidado por uma instituição oficial brasileira.
DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA:


- REGISTRO DEFINITIVO
Os documentos deverão ser apresentados por cópia autenticada ou cópias simples acompanhadas dos seus respectivos originais, para autenticação na Secretaria do CRBio-01 (frente e verso quando for o caso):
1 – Requerimento preenchido e assinado;
2 - Diploma de Graduação;
3 – Histórico Escolar (expedido pela instituição de ensino superior);
4 – Cédula de Identidade (com permanência definitiva se estrangeiro);
5 – Cartão do CPF;
6 – Titulo de Eleitor;
7 - Comprovante da última eleição (comprovante de voto ou de justificativa, ou, ainda, certidão de quitação eleitoral);
8 – Certificado de Serviço Militar;
9 – Comprovante de tipagem sangüínea (ABO e Rh), fornecido por órgão competente;
10 – 3 fotografias 3x4 iguais e recentes;
11 - Comprovante de residência;
12 - Comprovante de recolhimento de taxas de inscrição, cédula, carteira e anuidade - a guia bancária será fornecida após a apresentação dos documentos acima.
Nota: Os documentos em língua estrangeira devem ser apresentados, acompanhadas por tradução, efetuada por tradutor juramentado.

 Os documentado apresentados deverão ser apresentados por cópia autenticada ou cópias simples acompanhadas dos seus respectivos originais, para autenticação pela Secretaria do CRBio-01.

 O pedido de inscrição somente será aceito pelo protocolo do CRBio-01 se acompanhado de todos os documentos acima listados, estando devidamente instruído o requerimento de registro será encaminhado para deliberação do plenário.
Nota: Os documentos em língua estrangeira devem ser apresentados, acompanhadas por tradução, efetuada por tradutor juramentado.

 Os documentado apresentados deverão ser apresentados por cópia autenticada ou cópias simples acompanhadas dos seus respectivos originais, para autenticação pela Secretaria do CRBio-01.

 O pedido de inscrição somente será aceito pelo protocolo do CRBio-01 se acompanhado de todos os documentos acima listados, estando devidamente instruído o requerimento de registro será encaminhado para deliberação do plenário
.

· Preenchimento de requerimento de inscrição de “Pessoa Física” DEFINITIVA.
· Emissão de Boleto Bancário para recolhimento das taxas e anuidade (quando exigível).




terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Como construir uma célula fotovoltaica a partir de vinho do Porto ou chá

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


Células fotovoltaicas são dispositivos capazes de transformar a energia luminosa, proveniente do Sol ou de outra fonte de luz, em energia elétrica. Uma célula fotovoltaica pode funcionar como geradora de energia elétrica a partir da luz, ou como um sensor capaz de medir a intensidade luminosa.
As células fotovoltaicas são chamadas também de "células solares", por aproveitarem principalmente a luz solar para gerar energia elétrica. Atualmente, as células fotovoltaicas apresentam eficiência de conversão da ordem de 16%. Existem células fotovoltaicas com eficiências de até 28%, fabricadas de arsenieto de gálio, mas o seu alto custo limita a produção dessas células solares para o uso da indústria espacial.
Por não gerar nenhum tipo de resíduo, a célula fotovoltaica solar é considerada uma forma de produção de energia limpa, sendo alvo de estudos em diversos institutos de pesquisa ao redor do mundo. A intensidade da radiação solar (irradiância) na superfície terestre chega até 1.000 watts por metro quadrado, o que representa um enorme potencial energético.
A primeira geração de células fotovoltaicas é constituida pelas células de silício cristalino. As células consistem de uma lâmina de silício na qual é formada uma junção p-n díodo de junção, capaz de gerar energia elétrica utilizável a partir de fontes de luz com os comprimentos de onda da luz solar. A primeira geração de células constitue a tecnologia dominante em termos de produção comercial, representando mais de 80% do mercado mundial.
A segunda geração de materiais fotovoltaicos está baseada no uso de filmes finos de semi-condutores. A vantagem de utilizar estes filmes é a de reduzir a quantidade de materiais necessárias para as produzir, bem como de custos. Atualmente (2006), existem diferentes tecnologias e materiais semicondutores em investigação ou em produção de massa, como o silício amorfo, silício policristalino ou microcristalino, telureto de cádmio e Cobre-Índio-Gálio-Selênio ("CIGS"). Tipicamente, as eficiências das células solares de filme fino são baixas quando comparadas com as células tradicionais de silício cristalino, mas os custos de manufatura são também mais baixos, pelo que se pode atingir um preço de instalação mais reduzido por watt. Outra vantagem da reduzida massa é o menor suporte necessário quando se colocam os painéis nos telhados e permite arrumá-los e dispô-los em materiais flexíveis, como os têxteis, plásticos ou integração direta nos edifícios.
A terceira geração fotovoltaica é muito diferente das duas anteriores, definida por utilizar semicondutores quer dependam da junção p-n para separar partículas carregadas por fotogestão. Estes novos dispositivos incluem células fotoeletroquímicas e células de nanocristais.
Painel solar.
O efeito fotovoltaico foi descoberto pela primeira vez em 1839 por Edmond Becquerel. Entretanto, só após 1883 que as primeiras células fotoelétricas foram construídas, por Charles Fritts, que cobriu o selênio semicondutor com uma camada extremamente fina de ouro de modo a formar junções.
Ao conjunto de células fotoelétricas chama-se Placa Fotovoltaica cujo uso hoje é bastante comum em lugares afastados da rede elétrica convencional. Existem placas de várias potências e tensões diferentes para os mais diversos usos. Em residências rurais algumas empresas concessionárias de distribuição usam placas de 75 W de pico e 12 V para guardar energia em baterias de 100 Ah. Este sistema fotovoltaico gera energia suficiente para iluminar uma residência com 3 lâmpadas de 9W e uma tomada para rádio ou TV de 6".
O termo "célula fotoelétrica" também é usado para componentes eletrônicos capazes de medir a intensidade luminosa, traduzindo-a em uma corrente elétrica proporcional. Incluem-se nesta categoria os fotodiodos, fototransistores, LDRs (resistores dependentes de luz, à base de sulfeto de cádmio), fotocélulas de selênio e outros. Uma aplicação típica destes sensores de luz é em fotômetros, usados para medir a iluminação de uma cena a ser fotografada.


Manuel Azevedo e António Cunha
Departamento de Física, Universidade de Aveiro

Prensa de Secagem de Plantas

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

O que é um herbário

É uma colecção de plantas prensadas e secas, dispostas segundo determinada ordem e disponíveis para referência ou estudo.
Um herbário pode conter algumas centenas de exemplares colhidos num determinado local, ou, geralmente, ser composto de milhões de exemplares, acumulados ao longo de muitos anos e que documentam a flora de um ou mais continentes.
O objectivo geral da gestão de um herbário é a colheita e conservação de exemplares de plantas com as respectivas etiquetas. Destas etiquetas fazem parte elementos referentes ao local e data da colheita, nome do colector e a identificação da espécie em questão (binome latino seguido do nome do classificador).

A formação de herbários iniciou-se no século XVI em Itália, como colecções de plantas secas e cosidas em papel.

Lineu (1707-1778), designado como o “pai da taxonomia” aparentemente popularizou a pratica corrente de montar os exemplares em simples folhas de papel e guardá-las horizontalmente. Este botânico foi quem fez uma das principais obras de referência (Species plantarum, 1753), a partir da qual se passaram a designar as plantas pelo binome latino.

Para que serve?

Para referenciar e permitir identificar facilmente as plantas. A identificação é feita com base em floras, que são livros que contêm chaves e descrições que permitem distinguir as várias famílias, géneros, espécies, entre outras categorias taxonómicas.
As chaves de identificação são feitas com conjuntos de caracteres morfológicos das plantas. Para observar estes caracteres, por vezes, é necessário recorrer a lupas. As plantas têm um nome científico (composto por duas palavras em latim, a 1ª referente ao género e a 2ª à espécie, seguidas do nome do classificador), que é o mesmo em qualquer parte do mundo. As designações vulgares variam regionalmente e podem não corresponder a uma única planta.

Como se faz uma prensa para secar o material para conservar no herbário?

Material necessário

- 2 placas de madeira (dimensões sugeridas – 40x30 cm), com um furo a 2,5 cm de cada um dos quatros cantos
- 4 parafusos compridos com porcas de orelhas e jornais.

 Procedimento

Sobre uma das placas de madeira colocar vários jornais, depois um exemplar completo da espécie a herborizar (com caule, folhas e flores/frutos, eventualmente raízes) dentro de um jornal e, novamente, jornais vazios. Não esquecer de colocar junto a cada planta colhida uma etiqueta com os seguintes elementos: nome da planta (científico, se conhecido, ou vulgar), local da colheita (o mais pormenorizado possível, com distrito, concelho, lugar, ecologia, se é seco/húmido, próximo de caminhos, altitude, etc.) data da colheita, nome do colector.






É importante haver jornais sem plantas entre exemplares herborizados, para a humidade que sai das plantas e que é absorvida pelos jornais não passar dum exemplar para outro. Assim, evita-se o crescimento de fungos (bolores) nas plantas e fermentações, que as danificavam, não permitindo a sua conservação.

Depois de prensadas todas as plantas colhidas coloca-se a outra placa de madeira e apertam-se as porcas de orelhas dos parafusos, até sentir alguma pressão, de modo que as plantas fiquem espalmadas, mas não esborrachadas!!!. Têm que se mudar os jornais com frequência, de início todos os dias e, posteriormente, à medida que a planta vai secando, vai-se diminuindo a frequência de substituição dos mesmos.


copyright Lucélia Pombeiro e Teresa Nogueira INETI - DTIQ


copyright Lucélia Pombeiro e Teresa Nogueira INETI - DTIQ

O que Provoca um DESMAIO ?

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.