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domingo, 11 de março de 2012

FIBROSE PULMONAR

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

O que é a fibrose pulmonar?
Fibrose pulmonar envolve a cicatrização do pulmão. Gradualmente, os sacos de ar (alvéolos) dos pulmões tornam-se substituídos por fibrose. Quando a cicatriz se forma, os alvéolos, por onde passa o sangue para receber o oxigênio, são perdidos, levando a uma perda irreversível na capacidade dos pulmões em transferir oxigênio para a corrente sanguínea. A queda de oxigênio se acentua com o esforço, causando falta de ar aos exercícios.

O que é fibrose pulmonar idiopática?
Fibrose pulmonar idiopática (FPI) é uma doença que envolve os dois pulmões resultando em minúsculas cicatrizes (fibrose) de causa desconhecida (idiopática). O processo de cicatrização é geralmente progressivo.
Existem outras causas de fibrose pulmonar?
Diversas outras doenças pulmonares, de causas conhecidas, podem resultar em fibrose pulmonar; estas doenças, se reconhecidas e tratadas a tempo, tem prognóstico muito melhor do que a fibrose pulmonar idiopática. Portanto, o diagnóstico correto é essencial.
Quem pega fibrose pulmonar idiopática?
A doença não é comum, mas pessoas idosas são mais acometidas. A doença é muito rara em pessoas com menos de 50 anos. Nestas pessoas outras doenças que resultam em fibrose pulmonar são muito mais freqüentes, como diversos tipos de doenças reumáticas (esclerodermia, artrite reumatóide), fibrose por uso de certos medicamentos e exposição a pássaros e mofo (ver pneumonia de hipersensibilidade).
Quais são os sintomas da FPI?
A falta de ar é o sintoma mais comum. De início a falta de ar é mínima acontecendo apenas aos grandes esforços, sendo freqüentemente atribuída à idade ou descondicionamento. Com o passar dos meses a falta de ar vai se agravando, podendo ao final ocorrer para atividades mínimas, como vestir-se. A tosse pode ser intensa em alguns casos.
O aumento da ponta dos dedos (em forma de baqueta de tambor) pode surgir em casos mais avançados. O médico pode escutar sons gerados nos pulmões (estertores) que podem ser confundidos com aqueles observados em pneumonia ou insuficiência cardíaca.
O que a radiografia e a tomografia de tórax mostram?
Os achados na tomografia podem ser fortemente sugestivos da doença, quando analisados por radiologistas ou pneumologistas experientes na doença.
A tomografia mostra um infiltrado semelhante a uma rede (reticular) com formação de pequenos cistos, semelhantes a favo de mel, nas bases dos pulmões.
Como a FPI afeta o funcionamento dos pulmões?
Diversas medidas do funcionamento dos pulmões são necessárias para avaliar a gravidade da FPI e para seguir a doença e a resposta ao tratamento. O teste mais básico consiste em medir a quantidade de ar que o indivíduo consegue eliminar após encher os pulmões. Isto é feito através de um aparelho denominado espirômetro.
Redução do volume de ar eliminado é encontrada na FPI. O segundo teste envolve a medida da capacidade dos pulmões de transferir gás para o sangue. Este teste é feito pela medida da difusão do monóxido de carbono. Na FPI as paredes dos alvéolos são engrossadas pela fibrose, o que diminui a capacidade do pulmão em transferir gás para o sangue. O terceiro teste fundamental é verificar o oxigênio do sangue em repouso e no exercício, o que pode ser feito por um medidor de dedo denominado oxímetro.
Como é feito o diagnóstico de FPI?
O diagnóstico pode ser feito por uma combinação de achados clínicos e da tomografia de tórax. Quando estes achados não forem conclusivos, ou outra doença que resulta em fibrose é uma possibilidade, pode ser necessária uma biópsia pulmonar.
O que é uma biópsia pulmonar aberta? Quais são os riscos?
Na biópsia pulmonar aberta, um cirurgião de tórax faz um corte entre as costelas e remove pequenos pedaços de tecido de diversos lugares nos pulmões. O material deve ser encaminhado para um patologista especializado em doenças pulmonares. Além de fazer o diagnóstico, a biópsia ajuda a determinar em que estágio a doença se encontra, e o que se pode esperar do tratamento. Em um paciente sem outra doença significativa, a recuperação da biópsia é relativamente rápida, em geral menos de cinco dias. Alguns novos procedimentos (videotoracoscopia) podem encurtar este tempo.
A FPI é hereditária?
Em raros casos a FPI pode ocorrer em vários membros da família e passar de uma geração para a próxima.
A FPI tem tratamento?
A melhor chance de retardar a progressão da FPI é começar o tratamento o mais cedo possível. A doença é incurável e nunca regride, mesmo com tratamento. Alguns hospitais de grande porte podem colocar os pacientes em protocolos de novos medicamentos, que estão sendo testados em diversos lugares.
O tratamento da FPI varia bastante e depende de diversos fatores, incluindo a idade do paciente, fase da doença e outras condições associadas como diabetes e osteoporose.
Como é tratada a FPI?
Basicamente com medicamentos. Estes em geral são prescritos por pelo menos 3 a 6 meses; o efeito é avaliado pelos testes de capacidade pulmonar.
Medicamentos freqüentemente prescritos são os corticosteróides (prednisona), e imunossupressores (azatioprina e ciclofosfamida). Uso de oxigênio e, em casos especiais, transplante do pulmão são outras opções. Quando o oxigênio do sangue se torna baixo, oxigênio deve ser usado, o que resulta em melhora da falta de ar e maior capacidade de exercício.
O paciente com FPI pode fazer exercício?
Uma característica da FPI é reduzir o oxigênio no sangue durante os esforços. Esta queda precisa ser medida para se avaliar o grau de segurança dos exercícios; muitas vezes o uso de oxigênio é necessário durante o esforço, o que pode ser feito em casa em esteiras ou bicicleta ergométrica. O exercício regular pode melhorar a força muscular e a falta de ar.
Quando o transplante é indicado?
O transplante de pulmão, de um ou dos dois pulmões, é uma alternativa para os pacientes com doença avançada. É mais freqüentemente realizado em pacientes com idade abaixo de 60 anos que não respondem a nenhuma forma de tratamento. 50 a 60% dos casos transplantados sobrevivem cinco anos, e em torno de 20% vivem mais de 10 anos após o transplante.
Qual é a evolução normal da FPI?
A FPI é progressiva na maioria dos casos. Esta progressão pode demorar meses ou muitos anos. Em geral a doença dura 5 a 8 anos.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Doença de Sever

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

A doença de Sever, também conhecida como apofisite do calcâneo, trata-se de uma inflamação na apófise do calcâneo que acomete crianças e adolescentes que praticam atividade física.

O calcâneo (osso do calcanhar) desenvolve-se sem duas partes. Até que haja a completa calcificação óssea, ocorrida entre os 8 aos 16 anos de idade, ambas as partes são ligadas por uma cartilagem, também chamadas de placas de crescimento.
Esta patologia é decorrente do uso exacerbado do osso e do tendão do calcanhar, o que causa copiosos microtraumas nas placas de crescimento do calcanhar ocorridos durante a prática de exercícios físicos. Ocorre com maior frequência entre os 7 aos 15 anos de idade, sendo que a maioria dos casos concentram-se entre os 10 aos 14 anos.
As manifestações clínicas desta doença incluem:
  • Dor ou sensibilidade no calcanhar;
  • Desconforto no calcanhar ao acordar ou quando o mesmo é pressionado;
  • Mancar;
  • Presença de dor mais intensa após caminhada ou exercício físico, bem como maior dificuldade de permanecer em pé;
  • Dor durante corrida ou ao praticar esportes que tende a diminuir com o repouso.
O diagnóstico é feito com base no histórico e manifestações clínicas apresentadas pela criança. Embora exames radiográficos não possam evidenciar lesões na cartilagem, são úteis uma vez que podem excluir uma fratura óssea como a causa da dor.
O tratamento para a doença de Sever engloba:
  • Uso de almofadas ortopédicas nos calcanhares, objetivando reduzir a pressão sobre os mesmos;
  • Alongamento dos isquiotibiais e panturrilhas de 2 a 3 vezes ao dia;
  • Repouso, gelo, compressão e elevação dos calcanhares;
  • Fisioterapia;
  • Uso de fármacos.
Fontes:
http://www.manualmerck.net/?id=82&cn=799
http://fisioterapiapersonalizada.com.br/pdf/lesoes_tornozelo_pe/Doenca_de_SeverOK.pdf
http://en.wikipedia.org/wiki/Sever's_disease
http://emedicine.medscape.com/article/1237477-overview
http://orthopedics.about.com/cs/pediatricsurgery/g/severs.htm

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

PRESSÃO ALTA - ORIENTAÇÔES DIETÉTICAS

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

ResumoDeve-se sempre tentar manter a pressão nos níveis normais, seja pela medicação e/ou pela dieta. Na alimentação, a principal conduta que se deve tomar é retirar o sal...A Hipertensão Arterial significa pressão aumentada do sangue. Na maioria dos casos tem causa desconhecida, e é o principal fator de risco na arteriosclerose e insuficiência cardíaca. É muito comum em pacientes hipertensos, que não seguem ao tratamento, evoluírem para acidente vascular cerebral (AVC). Deve-se sempre tentar manter a pressão nos níveis normais, seja pela medicação e/ou pela dieta. Na alimentação, a principal conduta que se deve tomar é retirar o sal, pois este faz com que a pressão arterial aumente. ALIMENTOS PROIBIDOS:
> Carnes salgadas, embutidas ou defumadas: carne seca, costela, toucinho, bacon, lingüiça, salsicha, hamburguer, presunto, mortadela;
> Peixes salgados ou defumados: bacalhau, arenque;
> Produtos enlatados ou em conservas: milho, ervilha, sardinha, azeitonas, cogumelos, palmito, aspargo, picles;
> Molhos, sopas e temperos prontos: mostarda, ketchup, caldos em cubos, molho de soja, molho inglês;
> Queijos (exceto ricota, minas sem sal e cotage);
> Biscoitos salgados, pães salgados, pizzas;
> Salgadinhos em geral, batata frita industrializada, pipoca salgada;
> Manteiga e margarina com sal;
> Glutamato monossódico (Ajinomoto), bicarbonato de sódio;
> Castanha-do-pará e de caju salgadas;
ORIENTAÇÕES:
> A hipertensão arterial é duas vezes maior em indivíduos com excesso de peso do que em pessoas com peso normal, por isso deve-se ter um controle de peso pela dieta;
> O álcool é um fator agravante da hipertensão. Deve-se evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
> Para dar mais sabor à dieta podem-se usar temperos, como cebola, alho, suco de limão, orégano, hortelã, páprica, alecrim, folha de louro, salsa, cheiro-verde, pimentão, açafrão, manjericão, manjerona;
> Deve-se evitar o uso de fumo;
> Os anticoncepcionais elevam a pressão arterial nas mulheres que deles fazem uso, especialmente em mulheres acima de 35 anos e obesas. O uso de óleos de peixe e o aumento da ingestão de alimentos ricos em fibras ajudam ao tratamento;
> O sal de adição deve ser retirado da mesa;
> 1g de sal = 1 tampa de caneta Bic.
Fonte: Simone Cordeiro Ramos – Nutricionista do Programa de Acompanhamento Domiciliar do HEGV - Com pós graduação em gerontologia pela ENSP-FIOCRUZ.

domingo, 24 de julho de 2011

Doença rara faz jovem dormir por até 10 dias seguidos Síndrome fez com que Louisa Ball, 16, perdesse provas, festas de amigos e feriados e quando mãe tentou acordá-la à força, Louisa ficou agitada e agressiva

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


Enquanto a maioria dos adolescentes sofre para levantar da cama pela manhã, Louisa Ball, 16, pode levar até dez dias para despertar completamente do sono.
BBC
BBC
Síndrome fez com que Louisa Ball, 16, perdesse provas, festas de amigos e feriados
Ela sofre de um raro distúrbio neurológico chamado síndrome de Kleine-Levin (SKL), que já a fez dormir durante provas, aniversários de amigos e feriados inteiros.
"Eu tinha alucinações e, depois, não me lembrava de nada. De repente tudo ficava escuro e eu dormia por dez dias. Acordava e tudo estava bem de novo", disse a jovem à BBC.
A doença se manifestou em 2008, quando a adolescente começou a cochilar nas aulas e a se comportar de forma estranha.
Levada ao médico, acabou por ser diagnosticada com a síndrome de Kleine-Levin, doença cuja causa é desconhecida e sem cura.
"Um indivíduo com SKL terá episódios de sono, geralmente com duração entre uma e três semanas, com distúrbios cognitivos nas poucas horas em que estiver acordado", diz Tom Rico, pesquisador do Centro de Narcolepsia e SKL da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
Segundo ele, a síndrome às vezes se manifesta após infecções ou outras doenças. Ela geralmente afeta adolescentes do sexo masculino, que também podem apresentar hipersexualidade, irritabilidade e o hábito de comer compulsivamente.
"Durante esse período, um paciente dormirá algo entre 16 e 22 horas por dia, todos os dias, até o fim do evento."
O tratamento recomendado é permitir que o paciente durma, e não ministrar remédios.
Quando a doença para de se manifestar, conta o médico, o indivíduo volta a dormir e a se comportar normalmente.
Rico diz que não há dados sobre a prevalência da doença, já que muitos casos jamais são diagnosticados.
A boa notícia é que ela pode desaparecer como surgiu, o que geralmente ocorre após dez ou 15 anos.
Recordações 
Louisa diz se lembrar de muito pouco quando acorda de um episódio. "É tudo branco - sem sonhos. Agora eu recordo mais o que aconteceu. Antes eu não lembrava nada. Meu pai acha que meu cérebro está aprendendo a lidar com isso", diz a jovem.
Faz mais de três meses que Louisa não apresenta sinais da doença
A síndrome quase arruinou os seus planos profissionais, já que ela dormiu durante a maioria das suas provas.
Mas a faculdade permitiu que ela se matriculasse, e hoje Louisa estuda desempenho e excelência esportiva. Seu sonho é se tornar uma dançarina.
Quando ela acorda, leva alguns dias até que volte completamente à rotina, e seu corpo fica rígido, dificultando a dança.
Médicos disseram à família que, durante os episódios de sono excessivo, é crucial acordá-la uma vez ao dia para alimentá-la e levá-la ao banheiro.
Mas Lottie, a mãe, diz que a tarefa pode ser penosa: "Já tentei forçá-la a se levantar, mas ela começa a suar e fica muito agitada e agressiva".
Frustrados com a falta de informações sobre a doença na Grã-Bretanha, seus pais a levaram até o hospital Pitié-Salpétrière, em Paris, onde pesquisadores avaliam se o distúrbio pode ter sido causado por um gene defectivo.
Boa fase 
Atualmente, Louisa vive uma fase boa: faz mais de três meses que não tem nenhum episódio da doença e, há algumas semanas, ganhou uma competição de dança.
Mas seus pais continuam a vigiá-la em busca de sinais do distúrbio.
"Às vezes eu penso 'por que eu?', já que sempre fui uma pessoa saudável. Mas de repente aconteceu e não há motivos. Isso me frustra", diz a jovem.
"Mas agora me acostumei e aprendi a viver com isso. Sou uma garota especial."
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segunda-feira, 28 de março de 2011

Lactobacilos: você sabe o que são e para que servem?

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.



Minuscúlos aliados eles jogam a favor da saúde.

Você já deve ter ouvido falar que os leites fermentados são ricos em lactobacilos e
que eles são ótimos para sua saúde.mas, você sabe porquê? Nossa flora intestina
l é composta por um equilíbrio desses bichinhos, bons e maus. Ou seja, temos um
conjunto de mais de 400 bactérias que quando estão equilibradas não causam problemas
à saúde, caso contrário podem provocar doenças, alergias e até desnutrição. Podemos
dizer que os microorganismos considerados bons (lactobacilos ou probióticos) devem ser
maioria no intestino. Cerca de 70% em relação aos outros, que devem estar em pequenas quantidades para não causar doenças. Em torno de um quilo do nosso peso corporal é de microorganismos vivos.

Vários motivos levam à morte desses microorganismos benéficos. Só para ter alguns
exemplos: stress, doenças intestinais, alcoolismo, uso de antibióticos, envelhecimento,
etc. Por isso é importante estarmos sempre "repovoando" nosso estoque com estes microorganismos. E isso nós fazemos com a consumo de alimentos probióticos, que,
como o próprio nome já diz, são pró ( a favor), bio (vida). Ou seja, promotores da
vida.


Eles tendem a melhorar e regular todo o funcionamento da flora intestinal, além de combater as substâncias tóxicas e causadoras de câncer. Não só: fortalecem o sistema imunológico, pois estimulam a síntese de interferon gama (substância produzida por leucócitos que combatem as doenças) e também minimizam os efeitos colaterais dos antibióticos - que desequilibram o intestino. Um novo estudo em andamento da empresa japonesa Yakult aponta ainda lactobacilos vivos como coadjuvantes na redução das taxas de colesterol.
Pesquisas comprovaram que alimentos com lactobacilos são eficientes na prevenção de doenças relacionadas ao intestino. É que o leite fermentado e produtos afins estimulam o organismo na produção de células de defesa, o que auxilia na proteção contra doenças. Uma pesquisa da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, realizada pelo nutricionista Manfrede Kroger, concluiu que o número de células cancerosas de 30 pacientes que participaram do estudo não aumentou depois que eles passaram a ingerir dois copos de iogurte por dia, durante um mês. De concreto, sabe-se que quando a flora intestinal não está saudável, isso desencadeia males como diabetes, colite, fadiga e até mesmo candidíase (fungo que provoca corrimento espesso, coceira e irritação), e aparece quando o organismo está debilitado, com baixa imunidade.

Um frasco por dia de leite fermentado e o uso constante e diário de queijos frescos, iogurtes e coalhadas são suficientes para proteger o organismo contra os fatores que desequilibram a flora intestinal. Isso vai ser o bastante para o organismo ficar mais resistente às bactérias e a qualquer tipo de infecção. Mas é bom evitar o consumo exagerado desses produtos, que podem causar desconforto intestinal e até aumento do peso devido ao excesso de calorias.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Milagre da ciência moderna: a pele se transforma em sangue

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

Uma nova descoberta pode acabar com a crônica falta de sangue nos estoques dos hospitais. Futuros pacientes que necessitam de transfusões para tratamentos ou cirurgias de câncer poderiam obter sangue a partir de um pedaço de própria pele.
Pesquisadores canadenses deram um passo enorme para transformar a pele de um adulto humano diretamente em sangue, conforme divulgado pelos cientistas. Isso deve fornecer uma nova fonte para os bancos de sangue, comumente necessitados de doações – o que beneficiaria pacientes cirúrgicos não só o câncer, mas também para pacientes que sofrem de doenças do sangue como a anemia.
O novo método parece muito mais promissor do que tentar converter células-tronco embrionárias em sangue. Essa método experimental decepciona até agora por causa da falta de eficiência na conversão de células-tronco em tipos de células maduras para transplante. Além disso, esse método produz as células sanguíneas embrionárias que não podem ser transplantadas em adultos.
Além disso, o método pioneiro dos canadenses “tem a grande vantagem de produzir tipo adulto de células de sangue, em vez de células do sangue fetal”, compara Cynthia Dunbar, chefe da seção de hematopoiese molecular do Instituto Nacional dos EUA Nacional do Coração, Pulmão e Sangue. Como perito externo, ela descreveu as pesquisas mais recentes como “uma mudança de paradigma para a criação de células sanguíneas”.
Os pesquisadores já haviam tentado usar células-tronco adultas reprogramadas a partir de pele humana para fazer o sangue porque evitam as preocupações éticas sobre células-tronco embrionárias e as complicações do sistema imunológico, que pode rejeitar material biológico de outra pessoa.
Mas essas células-tronco adultas são limitados em quantidade. Além disso, elas produzem células embrionárias de sangue, e não adultas. Por isso, não servem para transplantes em adultos.
Os canadenses contornaram todos esses problemas encontrando fatores de crescimento – substâncias que regulam a divisão celular e a sobrevivência – que podem reprogramar células de pele diretamente em células do sangue. Isso não só ignora o estágio de célula-tronco, e todos os seus problemas, mas cria células do sangue de adultos que podem ser transplantadas em adultos.
Evitar o estágio de célula-tronco também significa que os investigadores podem agora fazer quantidades muito maiores de células do sangue, pois evitam a ineficiência da conversão para o estágio de célula-tronco e de volta para a forma adulta.
“Nós vamos agora prosseguir com um trabalho de desenvolvimento de outros tipos de células humanas a partir da pele, não apenas das sanguíneas. Já temos evidências encorajadoras”, planeja Mick Bhatia, autor do estudo e diretor científico do Instituto do Câncer de Pesquisa com Células Tronco da Universidade McMaster no Canadá.
A equipe de Bhatia transformou pele em sangue várias vezes ao longo de dois anos. Eles também usaram a pele humana tanto de jovens quanto de idosos para provar que o processo funciona em qualquer faixa etária. [Live Science]

O que Provoca um DESMAIO ?

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.