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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Zonas mortas dos oceanos

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

Recebem o nome de “zonas mortas” determinadas áreas dos oceanos destituídas de oxigênio, e portanto, incapazes de sustentar uma vida marinha regular. As zonas mortas são desencadeadas pela atividade humana e seu enorme impacto na natureza.

O processo é consequencia direta da ação de nutrientes ricos em nitrogênio contidos nos fertilizantes utilizados pelos agricultores em suas lavouras. A criação das zonas mortas se inicia quando o nitrogênio proveniente de adubos e esgotos estimula o crescimento de plâncton fotossintético na superfície das águas costeiras. Tais nutrientes, após serem absorvidos e carregados pelos rios, vão parar nas águas das regiões litorâneas, muito frequentemente em áreas de pesca.
Os danos, obviamente, atingem não só a vida existente nos oceanos mas também alcançam todas as populações que, de uma maneira ou de outra encontram no mar o seu sustento. É por isso que, apesar do tamanho de tais zonas mortas ser relativamente pequeno em comparação à superfície total dos oceanos, os cientistas afirmam que elas representam uma porção importante das águas oceânicas nas quais habitam espécies de peixes e mariscos de valor comercial. Do mesmo modo, os níveis reduzidos de oxigênio matam também vermes anelídeos e outras fontes de alimento para peixes e crustáceos.
Muitas dessas zonas mortas são cíclicas, ou seja, reaparecem todos os anos nos meses de verão. Com o passar do tempo, porém, elas podem tornar-se permanentes, sem a presença de qualquer uma das espécies que habitam a área. A zona morta é responsável ainda pela dificuldade de recuperação de espécies sob proteção após um drástico processo de pesca excessiva, como por exemplo o bacalhau do Mar Báltico.
Antes um problema apenas de países mais industrializados, a proliferação das zonas mortas alcança agora os países em desenvolvimento, problema que é alimentado pela industrialização, pela mudança de hábitos alimentares e pelo crescimento populacional, que implica em um uso maior de fertilizantes e em mais lixo despejado nos cursos d’água. Além de todo o impacto negativo que causam, estas áreas são de difícil reversão. Estima-se que nos últimos 40 ou 50 anos tal atividade poluidora degradou a qualidade da água do mar de tal modo que o número das zonas mortas dobrou a cada dez anos, contando-se a partir de 1960.
O desafio posto por tal problema está em moderar a utilização de fertilizantes de tal modo que estes não acabem por poluir os litorais, ou então no desenvolvimento de fórmulas para fertilizantes que não causem tamanho impacto no meio ambiente. Por outro lado, com uma população em crescimento constante, o ser humano depende de um constante crescimento da oferta de alimentos. É necessário encontrar um meio termo para a solução de ambos os problemas, pois o alimento que os fertilizantes proporcionam apenas “deslocam” a fonte de alimentos do litoral para as lavouras, com o prejuízo de arruinar um ecossistema inteiro, talvez ambos.
Bibliografia:
VENKATAMARAN, Bina. ”Zonas mortas” dos oceanos crescem em ritmo preocupante. Disponível em <http://www.agsolve.com.br/noticia.php?cod=1247>. Acesso em: 06 nov. 2011.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Veja Mais

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

Cartoon skeletons




Você já parou para pensar como o é Pateta por dentro? E o que aconteceria se tirássemos um raio-X do Papa-léguas? Pois o coreano Hyungkoo Lee não só pensou como transformou a ideia em realidade.
Batizada de Animatus, a coleção traz os esqueletinhos dos personagens mais famosos da infância, mas como se fossem bichos de verdade mesmo. A obra foi descrita como “paleontologia pop” e Pato Donald, Pernalonga, Piu Piu, Tom, Jerry e muito outros mais estão expostos atualmente no Museu de História Natural de Basel, Suíça. Genial!
Goofy

Donald Duck

Tick, Trick und Track (Huey, Dewey, and Louie)

Tom & Jerry

Tweety

Roadrunner

Bugs Bunny

Felix the Cat

Coyote and Roadrunner

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Bactéria pode evitar a transmissão da dengue

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


Cientistas australianos afirmam ter descoberto um método barato e eficaz de prevenir a transmissão da dengue. Eles infectaram mosquitos transmissores da doença com bactérias que bloqueiam o vírus da dengue, e o resultado foi positivo. Quando esses insetos foram libertados, eles cruzaram com sucesso com outros mosquitos, mas tinham perdido a capacidade de transmitir a doença.
Os pesquisadores estão esperançosos e acreditam que essa bactéria pode representar um controle viável para a doença que afeta mais de 50 milhões de pessoas no mundo todos os anos – e que causa um dos maiores impactos na saúde pública do Brasil.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de um terço da população mundial está em risco de ser infectado pela dengue. A incidência e a gravidade dessa doença transmitida por mosquitos está aumentando em muitas partes do mundo.
Pesticidas que matam os mosquitos que carregam o vírus da dengue tem sido o método mais eficaz de controle até agora, mas a resistência dos insetos é crescente. A bactéria, chamada de Wolbachia, pode ser a possível solução para a doença que é endêmica não só no Brasil, mas em países como Tailândia, Vietnã e Indonésia.
A bactéria intracelular só cresce dentro de insetos e é extremamente comum no meio ambiente – até 70% dos insetos devem a carregar naturalmente. Mas foi necessária uma série de experimentos para comprovar que a Wolbachia pode restringir a capacidade de mosquitos transmitirem a dengue.
Os cientistas ainda estão incertos sobre como a bactéria bloqueia a dengue. Dados sugerem que a presença da Wolbachia estimula o sistema imunológico e ajuda o mosquito a combater os efeitos da dengue. Outras evidências sugerem que a bactéria compete pelas moléculas sub-celulares que o vírus necessita para replicar ácidos graxos. Talvez seja uma combinação de ambas as hipóteses.
Os cientistas afirmam que é necessário mais testes de campo nos países com altos índices de dengue para comprovar se a bactéria realmente pode ser o início do fim da doença. [BBC]

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Mistério do Peixe Com Cabeça Transparente

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


Macropinna microstoma, popularmente conhecido como Barreleye (nome popular internacional), é um peixe descoberto em 1939 e que possui a cabeça coberta por uma carapaça transparente e cheia de líquido. Como se não bastasse essa característica bizarra, também possui olhos tubulares, que até há pouco tempo, acreditava-se que eram fixos. Recentemente, cientistas do Monterey Bay Aquarium Research Institute (MBARI) provaram que essa teoria estava errada: na realidade, esse estranho peixe pode rotacionar seus olhos de uma visão superior, através da cabeça, para uma visão frontal e vice-versa. Isso faz com que ele consiga localizar animais nadando acima dele com muita facilidade, utilizando duas “lentes” verdes naturais mostradas na foto acima, e então utilizar sua visão frontal para se alimentar. Veja o vídeo (disponível em alta resolução) do peixe nadando na PopSci.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Cientistas completam genoma de recife de corais na Austrália

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

Equipe analisou a espécie 'Acropora millepora'.

Feito pode ajudar nos esforços de preservação.

Cientistas da Austrália completaram o sequenciamento do genoma dos corais da espécieAcropora millepora, uma das principais da Grande Barreira de Corais, do país. O feito vai ajudar a preservar um dos principais pontos turísticos do país, ameaçado pelo aquecimento global e pela poluição.
Ao contrário do que muitos pensam, os corais são animais, não plantas. A Grande Barreira é o maior e mais preservado sistema do mundo, atraindo milhares de mergulhadores todos os anos.
Segundo um dos pesquisadores, David Miller, o DNA da espécie se mostrou bastante complexo, com tantos genes quanto um ser humano.
A Grande Barreira de Corais é um dos principais pontos turísticos da Austrália (Foto: Cortesia/Carlos Sanchez)

Foto de uma colônia da espécie (Foto: Cortesia/Carlos Sanchez)
RTNB

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Polícia rodoviária resgata pinguim sujo de óleo em rodovia no litoral de SP

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


A PRF (Polícia Rodoviária Federal) resgatou um pinguim nesta quinta-feira, na região de Ubatuba (litoral de SP).

O animal foi encontrado a altura do km 29 da rodovia Governador Mário Covas (BR-101) e estava sujo de óleo e aparentemente debilitado.

O pinguim foi levado ao aquário de Ubatuba, onde será examinado por veterinários. Depois deve ser reintegrado ao seu habitat natural, de acordo com a PRF.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Biólogos descobrem nova espécie de peixe no rio Amazonas

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.



Um grupo de biólogos brasileiros descobriu uma nova espécie de peixe no rio Amazonas, no santuário ecológico Calha Norte, informou a ONG Conservação Internacional, que promoveu a expedição.

Só se obteve um único exemplar do Stenolicmus ix, como foi denominado o pequeno peixe de água doce que difere de outros semelhantes pelo tamanho dos barbilhões nasais e maxilares – filamentos olfativos ou gustativos.

A nova espécie se destaca também por uma coloração com manchas na região dorsal do tronco, da qual herdou seu nome científico.

“É um peixe muito pequeno, que foi coletado quase no fim dos trabalhos no igarapé. Devido ao seu tamanho, acreditamos ser uma espécie difícil de ser encontrada, tanto que só conseguimos coletar um único individuo”, explica o biólogo Wolmar Wosiacki, organizador da coleção ictiológica do Museu Paraense Emílio Goeldi e um dos responsáveis pela descrição da nova espécie.

O peixe foi encontrado no Igarapé Curuá, afluente da margem esquerda do rio Amazonas, em uma das expedições realizadas à Calha Norte por pesquisadores do museu e da Universidade Federal do Pará.

Seu habitat é uma reserva no estado amazônico do Pará, que é considerada como o maior bloco de selva-floresta tropical protegido no mundo por seus quatro milhões de hectares de extensão.

Em associação com o Museu Goeldi, a ONG organizou sete expedições biológicas à Calha Norte entre 2008 e 2010.

A descoberta científica está publicada na última edição da “Revista Zootaxa”.

(Fonte: Folha.com)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Esqueça o Viagra – a moda agora é veneno de aranha

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


Uma certa aranha possui um veneno bastante único, com efeitos colaterais bizarros, para não dizer outra coisa. Alguns diriam que só podia ser brasileira.
A picada da aranha armadeira brasileira, também conhecida como aranha da banana (ou mais formalmente Phoneutria nigriventer), provoca ereções nas vítimas (in)felizes.
Segundo fisiologistas, o veneno da P. nigriventer é uma mistura muito rica de várias moléculas. Essas moléculas são chamadas de toxinas, e cada toxina tem uma atividade diferente. Devido a isso, quando um humano é picado por essa aranha, são observáveis diversos sintomas, incluindo o priapismo, uma condição na qual o pênis fica ereto continuamente.
Além da dolorosa ereção que dura muitas horas, a mordida da aranha armadeira pode causar perda do controle muscular, dor, dificuldade para respirar e, se não for tratada, morte devido à privação de oxigênio.
Felizmente, com anti-veneno a vítima geralmente se recupera dentro de uma semana. Tanto que as mortes causadas por esta criatura não são tão comuns. De acordo com um site mantido por Rod Crawford, curador de aracnídeos, mais de 7.000 casos autênticos de mordidas destas aranhas foram registrados, com apenas cerca de 10 mortes conhecidas.
Normalmente encontrada em plantações de bananas nos trópicos, aranhas armadeiras tendem a vagar por aí, com recentes aparições relatadas em supermercados em Tulsa, EUA, lojas em Russell, EUA, e uma mordida em Somerset, Inglaterra.
Tá, tá, tá. Dito tudo isso, vamos ao que interessa: e o tal do priapismo?
O veneno excêntrico da aranha pode vir a ser um recurso valioso, quando se trata de disfunção erétil em homens? Sim.
Pesquisadores investigaram qual parte do veneno – que toxina – era responsável por este sintoma. Em seguida, realizaram experiências com ratos hipertensos que tinham disfunção erétil grave. A toxina foi capaz de normalizar a função erétil dos animais.
Depois de isolar a toxina (conhecida como PnTx2-6), os cientistas estudaram seu mecanismo de ação e descobriram que a toxina funciona de forma diferente de outros fármacos para a disfunção erétil, como o Viagra. Isso é bom, porque é sabido que alguns pacientes não respondem ao tratamento convencional. Segundo os pesquisadores, essa poderia ser uma opção alternativa de “cura”.[MSN]

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Bactéria da acne pode causar infecções e câncer

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

Segundo um novo estudo, a bactéria – Propionibacterium acnes, ou P. acnes – que vive sobre a pele e contribui para a acne, geralmente considerada inofensiva, pode causar infecções após cirurgia, incluindo infecções no cérebro.
Provavelmente a bactéria também pode estimular algumas células a se tornem cancerígenas. No entanto, a evidência para a ligação com a doença é apenas emergente. Mais estudos são necessários para confirmar se ela é realmente “culpada”.
A P. acnes vive em folículos pilosos, os minúsculos poros da nossa pele a partir dos quais brotam os cabelos. Quando esses poros ficam bloqueados, as bactérias podem multiplicar-se e contribuir para a inflamação que chamamos de acne.
Agora, os pesquisadores descobriram que elas também podem causar inflamação no interior dos nossos tecidos, conduzindo a dano tecidual.
Normalmente, quando a P. acnes é encontrada em uma infecção dentro do corpo, a maioria dos médicos assume que é apenas um contaminante, ou seja, que foi transferida da pele para o interior do corpo, talvez durante um procedimento médico, mas não estava realmente causando a doença.
Recentemente, porém, os pesquisadores perceberam que existem diferentes síndromes clínicas associadas com infecções por P. acnes como um patógeno real e não apenas um contaminante.
Por exemplo, alguns estudos ligaram as bactérias à formação de abscesso cerebral após neurocirurgia. Um paciente desenvolveu um abcesso no cérebro 10 anos após ter feito a cirurgia. Biópsias do abscesso mostraram apenas um tipo de bactéria presente: P. acnes.
Embora seja difícil dizer se a P. acnes causou o abcesso, uma pista é que a condição do paciente melhorou quando ele tomou antibióticos contra a bactéria. Os pesquisadores quase não conseguiram identificá-la. Ela demora muito tempo para crescer, e os cientistas estavam prestes a jogar fora toda a cultura de laboratório quando a P. acnes finalmente apareceu.
As infecções com P. acnes podem passar desapercebidas porque depois de fazer uma biópsia, os pesquisadores podem se livrar de suas culturas antes dessas bactérias terem a chance de crescer, ou porque os pesquisadores utilizaram os meios de cultura errados.
Uma série de estudos também mostrou que a P. acnes cresce sobre dispositivos médicos implantados, incluindo quadril, joelho e cotovelo artificiais. Cerca de 750.000 dessas articulações artificiais são colocadas em doentes a cada ano nos Estados Unidos, e em cerca de 1% dos casos os pacientes desenvolvem uma infecção.
Além disso, vários estudos recentes sugerem que a bactéria pode aumentar o risco de câncer de próstata. Ela foi encontrada crescendo no interior das células da próstata, e esse crescimento pode levar a inflamação no interior das células, que por sua vez, pode estimulá-las a se tornar cancerosas.
Um estudo mostrou que as bactérias cresceram em 58 das 71 amostras de tecido de câncer de próstata, mas em nenhuma das 20 amostras de tecido saudável. Segundo os pesquisadores, a exposição ao P. acnes por longos períodos alterou a forma como as células se dividiam. No entanto, muito mais pesquisa é necessária para confirmar a ligação do organismo com o câncer.
Segundo os pesquisadores, a boa notícia é que se for confirmado que a P. acnes contribui para infecções ou até mesmo câncer, o tratamento com antibióticos pode ajudar a reduzir a gravidade desses problemas.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Cérebro de barata mata bactérias

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.


Cérebro da barata tem antibióticos poderosos, segundo pesquisa. Tecidos nervosos do inseto têm mais de nove moléculas diferentes que podem ser nocivas à bactérias

Sabe aquela barata nojenta em sua cozinha? O tecido cerebral e do sistema nervoso dela estão recheados de propriedades antibióticas poderosas. Pesquisadores da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, descobriram que o material é capaz de eliminar mais de 90% das bactérias Staphylococcus aureus, resistente à meticilina (conhecida como MRSA), e Escherichia coli, sem danificar células humanas.
A pesquisa, liderado pelo cientista Simon Lee, identificou mais de nove moléculas diferentes nos tecidos dos insetos que eram tóxicos às bactérias. Estas substâncias podem auxiliar no desenvolvimento de novos remédios e tratamentos contra infecções bacterianas resistentes a combates convencionais, também com efeitos colaterais reduzidos.
Lee disse ao site da universidade que não ficou surpreso com a descoberta. “Os insetos normalmente vivem em ambientes que não são higiênicos, onde devem encontrar muitos tipos diferentes de bactéria. É lógico que elas desenvolveram maneiras de se protegerem contra microorganismos”, afirmou.
A descoberta pode promover uma alternativa efetiva e barata no combate às bactérias poderosas, enquanto a indústria farmacêutica desenvolve cada vez menos antibióticos novos por falta de investimentos e encontra cada vez mais dificuldade para lucrar no combate de bactérias resistentes como a MRSA.
Fonte: Revista Galileu

Animais exóticos

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Nem sempre aquilo que parece alguma é realmente alguma coisa. O mundo animal, com toda a sua diversidade de formas, cores e espécies, revela para a Ciência algumas surpresas. Apresentamos agora uma lista com os dez animais mais diferentes do mundo. Questão de gosto não se discute, não é mesmo?
O site The List Universe fez uma lista de animais com aparência bem estranha. Todos os membros desta seleção ainda vivem entre nós, mas muitos deles estão ameaçados de extinção.
A maioria corre perigo devido ao desmatamento que acaba com o habitat natural dos bichos. Outros animais estão correndo o risco de serem exterminados da Terra justamente por sua aparência incomum que atrai colecionadores, como é o caso do número 2.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Brasil recebe “chimpanzé fumante” do Líbano

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.



 
Um chimpanzé de 12 anos foi descoberto fumando em um zoológico libanês. Agora ele será transferido para uma reserva aqui no Brasil.
Ômega pesa 60 quilos, nunca escalou uma árvore ou conviveu com outros chimpanzés e, além de tudo, é viciado em cigarros. Ele se habituou e pega os cigarros que os visitantes jogam no chão, imitando o comportamento dos humanos.
De acordo com Jason Meier, diretor do grupo de Direitos dos Animais do Líbano é só Ômega ver um cigarro abandonado por perto que ele o coloca na boca e começa a fumar. Isso começou porque, quando era mais novo, ele foi treinado por um dono de restaurante que o ensinou a fumar para divertir os clientes. Quando ele cresceu, foi doado para o zoológico, onde passou os últimos 10 anos em uma jaula que media apenas 40 metros quadrados.
Ômega é um caso triste, mas não é o único: normalmente chimpanzés e outros animais são levados para o Oriente Médio e expostos em restaurantes, hotéis e em zoológicos privados.
Hoje mesmo, Ômega deverá embarcar em um vôo que o levará para uma reserva ecológica, no estado de São Paulo. Outros animais encontrados no mesmo zoológico de Ômega, como aves e até mesmo uma hiena, irão ser enviados para novas casas também. [BBC]

Rainha Alexandra Birdwings: maior borboleta do mundo

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.

A maior espécie de borboleta que existe atualmente tem nome e sobrenome: Rainha Alexandra Birdwings. Descoberta em 1907, seu nome é uma homenagem a Rainha Alexandra, esposa do rei Eduardo VII. Essa espécie – Ornithoptera alexandrae – é uma das mais raras borboletas do mundo, encontrada somente nas florestas tropicais da Nova Guiné.

As fêmeas têm corpo e asas marrom chocolate, e possuem uma envergadura de 28 a 31 centímetros. Os machos são menores, crescem apenas cerca de 17 a 19 centímetros, mas são muito mais coloridos, com um abdômen amarelo e asas das cores verde-elétrica e água-marinha.
A rainha Alexandra Birdwings leva cerca de quatro meses para se transformar de ovo a borboleta adulta. Depois disso, essas borboletas costumam viver por mais três meses, o que é bastante, considerando que a maioria das borboletas vive apenas por um mês.
Durante sua fase de lagarta, a rainha Alexandra Birdwings se alimenta das folhas de uma espécie de planta venenosa, chamada Pipevine. Como resultado, elas se tornam tóxicas para os predadores quando emergem de seus casulos como borboletas.
Durante sua vida, uma fêmea rainha Alexandra Birdwings põe apenas 27 ovos. Essa baixa produção de ovos, juntamente com a erupção vulcânica do Monte Lamington em 1951 (que destruiu grandes áreas de habitat do inseto), tem contribuído para a sua atual classificação na União Internacional para a Conservação da Natureza como uma espécie ameaçada. [LifesLittleMysteries]

O que Provoca um DESMAIO ?

POSTAGEM. Berto. Robersonn Jhones, NOGUEIRA.